Mercado fechado
  • BOVESPA

    120.061,99
    -871,79 (-0,72%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.960,21
    +431,24 (+0,89%)
     
  • PETROLEO CRU

    61,07
    -1,60 (-2,55%)
     
  • OURO

    1.794,40
    +16,00 (+0,90%)
     
  • BTC-USD

    55.038,63
    -1.374,18 (-2,44%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.269,16
    +6,20 (+0,49%)
     
  • S&P500

    4.173,42
    +38,48 (+0,93%)
     
  • DOW JONES

    34.137,31
    +316,01 (+0,93%)
     
  • FTSE

    6.895,29
    +35,42 (+0,52%)
     
  • HANG SENG

    28.621,92
    -513,81 (-1,76%)
     
  • NIKKEI

    28.508,55
    -591,83 (-2,03%)
     
  • NASDAQ

    13.902,25
    +108,00 (+0,78%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7022
    -0,0003 (-0,00%)
     

Acordo da Bunge para comprar processadoras de soja no PR é desfeito em meio a disputas judiciais

Ana Mano
·1 minuto de leitura
Caminhão recebe soja colhida em Mato Grosso

Por Ana Mano

SÃO PAULO (Reuters) - O acordo da Bunge para comprar duas unidades de processamento de soja no Brasil foi cancelado em meio a uma batalha judicial prolongada e multijurisdicional envolvendo o vendedor dos ativos, de acordo com documentos relacionados às disputas vistos pela Reuters.

A companhia norte-americana, que não quis comentar o encerramento do acordo para aquisição das usinas, havia assinado o compromisso de compra das duas instalações da Imcopa em maio de 2020.

O negócio aumentaria de oito para dez o número de unidades de processamento de oleaginosas da Bunge no Brasil, que é o maior produtor e exportador de soja do mundo.

A Imcopa, que tenta alienar os ativos para sair da recuperação judicial, comunicou formalmente em juízo o fim do acordo com a Bunge no dia 24 de março, segundo documentos vistos pela Reuters. A empresa também solicitou 120 dias para retomar o processo de venda das fábricas.

O vendedor disse em juízo que as disputas judiciais envolvendo a Cervejaria Petrópolis, que tinha contrato de arrendamento para operar as duas unidades pretendidas pela Bunge --bem como a interferência de duas entidades do Panamá que se diziam credoras dos credores da Imcopa-- fizeram o negócio ser desfeito.

A administração da Imcopa e da Cervejaria Petrópolis não comentaram o assunto imediatamente.

Pelos termos do acordo expirado, a Bunge assumiria cerca de 1 bilhão de reais em dívidas vinculadas às unidades; e iria pagar 50 milhões de reais pelas fábricas de esmagamento de soja, que podem processar cerca de 1,5 milhão de toneladas por ano.