Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.232,74
    +1.308,56 (+1,22%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.563,98
    +984,08 (+1,98%)
     
  • PETROLEO CRU

    113,89
    +3,40 (+3,08%)
     
  • OURO

    1.822,90
    +14,70 (+0,81%)
     
  • BTC-USD

    30.096,68
    -851,81 (-2,75%)
     
  • CMC Crypto 200

    667,04
    +424,36 (+174,87%)
     
  • S&P500

    4.008,01
    -15,88 (-0,39%)
     
  • DOW JONES

    32.223,42
    +26,76 (+0,08%)
     
  • FTSE

    7.464,80
    +46,65 (+0,63%)
     
  • HANG SENG

    19.950,21
    +51,44 (+0,26%)
     
  • NIKKEI

    26.547,05
    +119,40 (+0,45%)
     
  • NASDAQ

    12.236,75
    -146,00 (-1,18%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,2805
    +0,0214 (+0,41%)
     

Acionistas da Berkshire olham para além de Warren Buffett e Charlie Munger

Warren Buffett e Charlie Munger em Omaha, no Estado norte-americano do Nebraska

Por Jonathan Stempel e Carolina Mandl

OMAHA, EUA (Reuters) - Os acionistas da Berkshire Hathaway enfrentam uma questão que Warren Buffett procurou abordar na reunião anual da empresa: como a Berkshire se sairá quando ele não estiver mais por perto?

Buffett, talvez o maior investidor do mundo e com o poder de atrair fãs de todo o planeta, tem 91 anos. Seu vice-presidente de longa data, Charlie Munger, tem 98.

A Berkshire, cujas dezenas de negócios incluem a ferrovia BNSF, o seguro de carro Geico e muitas empresas de energia, manufatura e varejo, tem um plano de sucessão em vigor.

Greg Abel, 59, vice-presidente que supervisiona as operações não relacionadas a seguros, substituiria Buffett como presidente-executivo quando necessário, enquanto o vice-presidente Ajit Jain, 70, provavelmente continuaria liderando as operações de seguros.

O filho mais velho de Buffett, Howard, se tornaria presidente não executivo. E os gerentes de portfólio de Buffett, Todd Combs e Ted Weschler, assumiriam os investimentos.

Questionado por um acionista sobre como a Berkshire pode mudar ao longo do tempo, Buffett disse que seus negócios sobreviverão após a partida dele.

"Você tem um conselho de administração que entende que nossa cultura é 99,9% da administração do negócio", disse ele. "Se tivermos a mesma cultura, estaremos aqui em 100 anos."

Buffett prometeu que a Berkshire preservaria seu "relacionamento especial" com os acionistas e que ele foi construído para durar.

Ele reconheceu que pode haver mudanças na forma como a Berkshire opera, observando sua própria autonomia para tomar decisões importantes.

Buffett disse que Abel, por outro lado, pode enfrentar mais perguntas e restrições de outros membros do conselho porque eles o conhecem menos. "Eles não precisam, mas sentirão que têm de fazer."

A Berkshire também pode enfrentar mais pressão para fazer melhor em questões ambientais e de diversidade e governança corporativa.

Buffett resistiu ferozmente aos pedidos de melhorias dos acionistas, uma batalha que alguns analistas consideram mais fácil de vencer na era pós-Buffett. Isso porque ele ainda controla 32% do poder de voto da Berkshire, apesar de possuir apenas 16% de suas ações. Ele já doou metade de suas ações para a filantropia.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos