Mercado fechado
  • BOVESPA

    117.560,83
    +363,01 (+0,31%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    46.326,68
    +480,85 (+1,05%)
     
  • PETROLEO CRU

    88,41
    -0,04 (-0,05%)
     
  • OURO

    1.718,30
    -2,50 (-0,15%)
     
  • BTC-USD

    19.991,78
    -411,09 (-2,01%)
     
  • CMC Crypto 200

    454,63
    -8,49 (-1,83%)
     
  • S&P500

    3.744,52
    -38,76 (-1,02%)
     
  • DOW JONES

    29.926,94
    -346,93 (-1,15%)
     
  • FTSE

    6.997,27
    -55,35 (-0,78%)
     
  • HANG SENG

    17.859,13
    -153,02 (-0,85%)
     
  • NIKKEI

    27.159,69
    -151,61 (-0,56%)
     
  • NASDAQ

    11.541,50
    -0,25 (-0,00%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,1150
    +0,0015 (+0,03%)
     

Acelen adquire carga de petróleo com neutralização de carbono da logística marítima

Funcionário segura amostra de petróleo.

(Reuters) - A Acelen adquiriu carga de petróleo com neutralização do carbono gerado no transporte marítimo, cujos derivados produzidos na refinaria de Mataripe, na Bahia, devem começar a ser distribuídos neste mês, informou a companhia nesta quarta-feira.

Segundo a empresa, essa é a primeira carga adquirida pelo Brasil com pegada zero de carbono na logística marítima de petróleo, uma prática cada vez mais comum no trade europeu.

A carga de 920 mil barris de óleo bruto levou 11 dias para ser transportada do Congo até Salvador. A petroleira reverteu em créditos de carbono a emissão de 1.789 toneladas de gás carbônico oriundo do consumo de 554 toneladas de óleo bunker durante o transporte.

Os créditos foram gerados através do Projeto Envira Amazonia REDD, que funciona como um pagamento para projetos de conservação de ecossistemas e compensação de carbono florestal, e serão aplicados em território brasileiro.

Segundo a empresa, os projetos são registrados na Verified Carbon Standard (VCS), que certifica a qualidade e a confiabilidade na contabilização de carbono no mercado voluntário no mundo.

(Por Rafaella Barros)