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Aborto nos EUA: Rapinoe e mais de 500 atletas se juntam em campanha para proteger direito

·1 minuto de leitura


Um projeto de políticos republicanos no Mississipi, nos Estados Unidos, gerou uma forte campanha entre jogadoras e esportistas mulheres, nesta terça-feira. Cerca de 500 atletas, lideradas pelas campeãs olímpicas Megan Rapinoe, do futebol, e Diana Taurasi e Sue Bird, do basquete, se juntaram para apelar à Suprema Corte contra a ação de proibir o aborto após 15 semanas de gravidez.

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Na visão destas craques, o aborto foi importante para o fortalecimento de esportes femininos no país, como o futebol. O direito que garante que mulheres abortem a gravidez, lei válida desde 1973 em todo os Estados Unidos, o que teria auxiliado na maior segurança delas em projetarem e cuidarem de suas carreiras.

Fazem parte do grupo 26 jogadoras que disputaram os Jogos Olímpicos de Tóquio. No Brasil, cabe lembrar que, o aborto é válido apenas em situações específicas: em caso de risco de vida para a mulher causado pela gravidez, quando a gestação é resultante de um estupro ou se o feto for anencefálico.

- Como mulheres atletas e pessoas no esporte precisamos ter o poder de tomar decisões importantes sobre nossos próprios corpos e exercer controle sobre nossas vidas reprodutivas – comentou Rapinoe à agência Reuters.

A Super Corte americana tem maioria conservadora (6 a 3 entre os juízes). Elas apresentarão argumentos orais sobre o projeto a partir do início de dezembro deste ano, sendo a decisão estipulada para junho de 2022.

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