Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.235,76
    +1.584,71 (+1,46%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.808,21
    +566,41 (+1,20%)
     
  • PETROLEO CRU

    91,61
    -0,32 (-0,35%)
     
  • OURO

    1.803,50
    -10,20 (-0,56%)
     
  • BTC-USD

    24.419,13
    +1.511,29 (+6,60%)
     
  • CMC Crypto 200

    577,19
    +45,97 (+8,65%)
     
  • S&P500

    4.210,24
    +87,77 (+2,13%)
     
  • DOW JONES

    33.309,51
    +535,11 (+1,63%)
     
  • FTSE

    7.507,11
    +18,96 (+0,25%)
     
  • HANG SENG

    19.853,74
    +242,90 (+1,24%)
     
  • NIKKEI

    27.819,33
    -180,63 (-0,65%)
     
  • NASDAQ

    13.442,00
    +50,00 (+0,37%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,2479
    +0,0015 (+0,03%)
     

Abertura digital de conta bancária supera a física pela 1ª vez

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em 2021, a abertura de contas correntes por canais digitais ultrapassou pela primeira vez as criadas por meios físicos no Brasil. Por celulares, tablets e computadores, foram 10,8 milhões de contas abertas, um crescimento de 66% em relação ao ano anterior. Em agências, foram 9,9 milhões.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (21) pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) em parceria com a Deloitte. O levantamento mostra que canais eletrônicos ganharam força nos últimos dois anos, especialmente os dispositivos móveis (celulares e tablets).

Em 2021, 70% das operações bancárias foram digitais. Só em aparelhos mobile, foram realizadas 67,1 bilhões de transações.

O número representa um crescimento de 28% em relação ao observado em 2020, quando transações por mobile representaram, pela primeira vez, mais da metade do total.

Em 2021, 56% das transações foram feitas por dispositivos móveis. Incluindo outros meios, o número total de transações bancárias cresceu 15%. A convergência para o mobile ganhou força durante a pandemia, e teve outros efeitos na indústria bancária.

Segundo a pesquisa da Febraban, houve uma redução de 20% em transações de pagamentos por canais físicos. Além disso, nos caixas eletrônicos, as consultas caíram 35% entre 2020 e 2021. Ao todo, agências e caixas eletrônicos tiveram uma queda de 16% e 7%, respectivamente, no número de transações.

O número médio de acesso aos bancos pelo celular também aumentou, de 24 vezes ao mês em 2020 para 40 em 2021. A pesquisa mostra que o cliente médio acessa mais, faz mais consultas e mais transações financeiras.

Para Rodrigo Mulinari, diretor do Comitê de Inovação e Tecnologia da Febraban, a tendência ainda é de crescimento dos meios digitais.

"A tendência, pela solução que os bancos entregam no mobile, que é completa e segura, é que esse percentual deve aumentar cada vez mais, principalmente porque o Pix incentiva isso. Nos próximos anos, veremos se acentuar esse crescimento do mobile frente aos outros canais bancários", disse em entrevista a jornalistas.

A pesquisa também mostra que o número de cadastrados no Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, cresceu 72% na comparação entre o período de 12 meses até março de 2021 e 2022.

"Tem dois movimentos acontecendo no Pix, uma adesão forte e o aumento da utilização. Ao longo do tempo, eu acredito que o Pix vai se tornar uma das grandes transações que vão impulsionar a alavancagem das transações bancárias", disse Rodrigo Mulinari.

O 3ª volume da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2022 (ano-base de 2021) entrevistou 22 bancos que, somados, representam 87% dos ativos da indústria bancaria do país.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos