Abear evita posição sobre capital estrangeiro em aéreas

O presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, evitou se posicionar, nesta quinta-feira, sobre a proposta de permitir o aumento na participação do capital estrangeiro nas companhias aéreas nacionais, cujo teto atualmente é de 20%, para até 49%. Ele, porém, afirmou que a proposta levaria a um corte de custos das empresas na captação de recursos, aumentando a competitividade.

O projeto de aumento da participação de capital estrangeiro no setor aéreo do País está dentro da atualização do Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA), em discussão no Congresso Nacional. "Tudo aquilo que puder criar melhores condições para as empresas brasileiras competirem é melhor para os consumidores", disse Sanovicz. "Mas não vou fazer um debate sobre o tema por meio da imprensa, isso não está certo", completou.

Sanovicz discordou de notícias veiculadas na imprensa nos últimos dias de que o governo federal se opõe ao aumento do capital estrangeiro nas companhias aéreas brasileiras. Segundo ele, há divergências, mas existe um "clima positivo para o debate no sentido de construir um plano geral" para o setor.

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