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Aéreas recorrem a passagens ultrabaratas para estimular viagens

Christopher Jasper, Charlotte Ryan, Justin Bachman e Will Davies (News)
·3 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O pesadelo de 2020 interrompeu a primeira década de lucratividade sustentada do setor de aviação civil. A pandemia de coronavírus se espalhou de forma tumultuada e sem precedentes, deixando as operadoras mergulhadas em uma crise, ao lado de várias fabricantes aeroespaciais, aeroportos e empresas de leasing.

O ano de 2021 parece ser de transição para um setor que transporta passageiros a uma proporção equivalente a 208 milhões de viagens anuais ao redor do globo. Na melhor das hipóteses, o caminho à frente será acidentado, com o progresso para o retorno das viagens dependente do ritmo de distribuição de vacinas, acesso a capital, políticas de governos e a imprevisibilidade de um vírus que ainda não é totalmente compreendido. Ainda assim, haverá novidades, incluindo os primeiros voos comerciais para o espaço.

Guerra de preços

O tráfego aéreo não terá grande impulso até que as vacinas reduzam as taxas de infecção. Ainda assim, pode ser difícil convencer algumas pessoas a entrarem novamente em aviões. Na Europa, isso significará tarifas tão baixas quanto 9,99 euros (US$ 12,33), de acordo com o CEO da Ryanair, Michael O’Leary.

Na quinta-feira, a operadora de baixo custo irlandesa reduziu sua programação de voos até março, destacando as incertezas sobre as perspectivas da indústria. Outras ideias para atrair passageiros são estadias gratuitas em hotéis, ofertas 2 por 1 e seguro de viagem de cortesia. As promoções de passes de viagens de operadoras como a China Eastern Airlines, que oferece voos ilimitados por um preço único, se mostraram populares, enquanto agentes online promovem viagens ultrabaratas na China para o feriado do Ano Novo Lunar no mês que vem.

A questão principal é quanto tempo levará para deixar de oferecer esses incentivos. Uma melhora das viagens de lazer e em família deve ocorrer na maioria das regiões por volta de meados do ano. É provável que as viagens de negócios, mais lucrativas, diminuam com a resistência das empresas em retomá-las. John Grant, analista-chefe da OAG, especialista em reservas de voos, diz que não haverá recuperação até que os atrativos não sejam mais necessários e as operadoras possam gerenciar as rotas com lucro.

Viagens espaciais

Depois de anos de trabalho e previsões prematuras, os primeiros aventureiros espaciais “comuns” estão prontos para voar em 2021. O bilionário Richard Branson deve inaugurar as viagens suborbitais comerciais com a Virgin Galactic.

A empresa disse a investidores que sua espaçonave transportará Branson do Novo México no primeiro trimestre e depois iniciará os serviços com um grupo de cerca de 600 primeiros clientes que pagaram até US$ 250 mil por bilhete. O empreendimento de Branson pode enfrentar a concorrência de Jeff Bezos, que está desenvolvendo o foguete reutilizável New Shepard da Blue Origin para viagens suborbitais.

Em outubro, a empresa realizou seu sétimo voo de teste a partir de Van Horn, no Texas, e planeja “mais dois” antes de transportar humanos. A Space Exploration Technologies, de Elon Musk, deve transportar uma tripulação privada de quatro pessoas para a Axiom Space no final do ano. O grupo terá um período de 10 dias a bordo da Estação Espacial Internacional como parte dos esforços da NASA para estimular empreendimentos comerciais em órbita terrestre baixa.

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©2021 Bloomberg L.P.