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Ações do HSBC registram menor valor em 25 anos após lista chinesa de 'entidades não confiáveis'

·2 minutos de leitura
Ações do HSBC registraram forte queda
Ações do HSBC registraram forte queda

As ações do HSBC desabaram nesta segunda-feira ao menor valor em 25 anos pelo temor de que o banco seja incluído na lista chinesa de "entidades não confiáveis", as empresas consideradas uma ameaça para a segurança nacional, e por acusações de não denunciar supostas atividades fraudulentas.

As ações fecharam com perda de 5,33%, a 29,30 dólares de Hong Kong (quase 3,8 dólares), nível que não era registrado desde meados 1995, pela preocupação dos investidores sobre a capacidade do banco de fazer negócios na China e em Hong Kong

A queda aconteceu depois que o jornal estatal chinês em língua inglesa Global Times informou que o banco poderia ser uma das primeiras empresas incluídas na "lista de entidades não confiáveis" de Pequim, uma medida retaliatória da China contra as sanções ocidentais.

O texto destaca o papel do HSBC na investigação de Washington sobre a Huawei, e a prisão no Canadá, a pedido dos Estados Unidos, da diretora do grupo chinês, Meng Wanzhou. 

A inclusão do HSBC na lista poderia resultar em sanções que vão de multas a restrições de atividades ou de entrada de material ou funcionários na China.

"Se a empresa figurar na lista da China como uma empresa pouco confiável, o que parece seguro, já que é um artigo do Global Times, o banco enfrentará muitas dificuldades para fazer negócios na China", disse Banny Lam, do CEB International Investment Corp., a Bloomberg News.

Ao mesmo tempo, o HSBC foi citado no domingo em uma investigação jornalística que afirma que vários bancos permitiram a transferência de dinheiro de fraudadores ao redor do mundo.

A investigação é baseada em milhares de "relatórios de atividades suspeitas" (SAR, na sigla em inglês) dirigidos aos serviços da polícia financeira do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, o FinCen, por bancos de todo o mundo. 

O Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ), responsável pela reportagem, afirma que o banco "continuou lucrando graças a atores poderosos e perigosos" nas últimas décadas.

O HSBC se defendeu e afirmou que sempre respeitou suas obrigações legais sobre a notificação de atividades suspeitas. 

Em um comunicado, o banco apresenta as denúncias do ICIJ como antigas e anteriores ao acordo concluído sobre o tema em 2012 com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

"O HSBC é uma instituição muito mais segura do que era em 2012", afirma. 

O banco afirma que desde então revisou suas capacidades de combate aos crimes financeiros em mais de 60 jurisdições.

su/dan/hg/pc/zm/fp