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Ações do gigante chinês Evergrande sobem após um dia de suspensão

·1 min de leitura
(Arquivo) Entrada da sede da Evergrande em Hong Kong, em 21 de outubro de 2021 (AFP/Bertha WANG)

As ações do endividado gigante imobiliário chinês Evergrande subiram nesta terça-feira (4), depois de um dia de suspensão na véspera, quando a empresa confirmou que teve de demolir parte de um resort na província de Hainan.

Hoje, as ações da empresa subiram até 10% na Bolsa de Hong Kong, pouco depois da abertura da sessão da tarde, mas terminaram com uma recuperação de 1,26%.

As empresas imobiliárias chinesas têm tido de lidar com a política de Pequim de conter o endividamento e a especulação excessivos do setor.

A Evergrande confirmou, na terça-feira, que recebeu ordens para demolir 39 edifícios do empreendimento turístico Ocean Flower Island, no sul da China.

A empresa disse que suspendeu suas operações na Bolsa na segunda-feira por causa dessa ordem.

As autoridades impuseram a medida para parte do empreendimento, ressaltando que as estruturas foram construídas sobre um arquipélago artificial, noticiou a imprensa local.

Afogado em US$ 300 bilhões em dívidas, o grupo Evergrande está tendo dificuldades para pagar os detentores de títulos e investidores, depois que as medidas impostas pelo governo bloquearam o acesso das incorporadoras imobiliárias à liquidez.

Nos últimos meses, a empresa tem insistido em que concluirá seus projetos inacabados e que irá entregá-los aos compradores. Apesar da aparente tentativa desesperada de quitar suas dívidas, a inadimplência continua.

A empresa tentou vender bens e ações de outras empresas, e seu presidente, Hui Ka Yan (ou Xu Jiayin, em mandarim), usou parte de sua fortuna pessoal para pagar parte das dívidas.

hol/dan/leg/mas/zm/tt

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