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Ações europeias fecham perto de máxima histórica com bancos na liderança

Sruthi Shankar e Shreyashi Sanyal
·2 minuto de leitura
Bolsa de Londres

Por Sruthi Shankar e Shreyashi Sanyal

(Reuters) - As ações europeias fecharam perto de máximas recordes nesta terça-feira, na esperança de uma recuperação econômica impulsionada pelas vacinas, enquanto os investidores deixavam de lado as consequências do default de um hedge fund norte-americano que atingiu as ações de bancos no dia anterior.

O índice FTSEurofirst 300 subiu 0,7%, a 1.659 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhou 0,71%, a 431 pontos, ficando menos de 1% abaixo de seu pico pré-pandemia.

As ações de bancos saltaram 2,7%, recuperando-se após uma queda de 1% na segunda-feira, acompanhando o aumento dos rendimentos dos títulos dos governos dos Estados Unidos e da Europa, em meio à esperança de um crescimento econômico mais forte e inflação mais alta à frente.

O credor suíço Credit Suisse caiu 3,1%, após despencar quase 14% na sessão anterior ao alertar sobre perdas "altamente significativas e materiais" depois que um fundo -- o Archegos Capital, segundo fontes -- não cumpriu as chamadas de margem.

O índice referencial STOXX 600 está prestes a encerrar o primeiro trimestre com um ganho de quase 8% - seu quarto salto trimestral consecutivo - à medida que o otimismo em torno do crescimento global ofusca as lentas iniciativas de vacinação na zona do euro e novos lockdowns relacionados ao coronavírus.

Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 0,53%, a 6.772,12 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 1,29%, a 15.008,61 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 1,21%, a 6.088,04 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,88%, a 24.636,39 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 1,21%, a 8.595,20 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 0,52%, a 4.889,77 pontos.