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Ações europeias caem com surto de Covid na China diminuindo o apetite por risco

Por Bansari Mayur Kamdar

(Reuters) - As ações europeias caíam ligeiramente nesta quinta-feira, em sua penúltima sessão de 2022, com o aumento dos casos de Covid na China diminuindo o apetite por risco nos mercados globais.

Após um breve salto nesta semana, os mercados globais estão nervosos com a decisão de Pequim de relaxar ainda mais as restrições da Covid, conforme o aumento de infecções diminuiu as esperanças de uma recuperação rápida na segunda maior economia do mundo.

A escala do surto e as dúvidas sobre os dados oficiais levaram Estados Unidos, Índia, Itália, Taiwan e Japão a impor novas regras de viagem aos visitantes chineses. O Comitê de Segurança Sanitária da União Europeia convocou uma reunião urgente em Bruxelas para coordenar a resposta do bloco.

As empresas de luxo expostas à China, como a Richemont, proprietária da Cartier, e o grupo francês Kering caíam 0,9% e 0,3%, respectivamente.

As ações de energia caíam 0,8% e as mineradoras caíam 0,4%, acompanhando a fraqueza nos preços do petróleo bruto e de metais básicos devido às preocupações com a recuperação da demanda na China, principal consumidor.

Empresas de consumo básico como Diageo e Unilever caíram 0,8% cada.

“Não tenho certeza se os consumidores na Europa já sentiram o impacto total da inflação, então pode haver mais dor por vir e pode ser mais difícil para as grandes marcas continuar aumentando os preços”, disse Derren Nathan, chefe de pesquisa de ações da Hargreaves Lansdown.

. Em LONDRES, o índice Financial Times recuava 0,29%, a 7.475 pontos.

. Em FRANKFURT, o índice DAX subia 0,19%, a 13.952 pontos.

. Em PARIS, o índice CAC-40 ganhava 0,05%, a 6.513 pontos.

. Em MILÃO, o índice Ftse/Mib tinha valorização de 0,30%, a 23.840 pontos.

. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrava baixa de 0,17%, a 8.244 pontos.

. Em LISBOA, o índice PSI20 valorizava-se 0,02%, a 5.731 pontos.