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Ação no Jacarezinho: Policial Civil foi morto enquanto retirava barricada

·2 minuto de leitura

RIO — Durante a operação da Polícia Civi na favela do Jacarezinho, Zona Norte do Rio, que deixou 25 pessoas mortas, os investigadores tiveram vários problemas para acessarem a comunidade com o veículo blindado. Segundo os policiais, várias barricadas — pedaços de trilhos em latões de concretos — foram instalados em várias vias da favela. Por conta disso, os policiais tiverem que descer várias vezes do veículo para retirarem os obstáculos. Foi em um desses momentos que o inspetor de polícia André Leonardo de Mello Frias, de 45 anos, chegou a ser baleado.

André era da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) e chegou a ser levado para o Hospital municipal Salgado Filho, no Méier, na Zona Norte, com um ferimento na cabeça. A família do policial, cujo a esposa está grávida, está sendo assistida no momento.

"A Sepol se solidariza com amigos e familiares, e sente muito a dor pela morte do inspetor que teve uma trajetória ilibada na instituição, sendo admirado e respeitado por todos. Ele honrou a profissão que amava e deixará saudade. Mas também deixa o sentimento de que o trabalho não pode parar", disse um trecho da nota da Polícia Civil.

Ao lado do agente, estava o delegado de policia Marcus Amin, que por pouco também não foi atingido. Segundo os investigadores, o tiro que atingiu o policial teria partido de uma laje.

Além das barricadas, os policiais encontraram várias certeiras — muros com buracos onde os criminosos apoiavam seus fuzis para atirarem contra os agentes. Outros dois agentes foram atingidos durante o confronto.

Antes que a operação policial — chamada de Exceptis e coordenada pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) — chegasse ao fim nesta quinta-feira, dia 6, já somava 25 mortes e ao menos cinco feridos: dois agentes, uma pessoa baleada no pé, quando estava dentro de casa, e dois passageiros por estilhaços no metrô. O impacto se estendeu até o entorno da comunidade, paralisando a circulação do trem e do metrô e impedindo o funcionamento de três unidades municipais de saúde próximas. Antes do fim do dia, a ação já se mostrava uma das mais letais da cidade.