Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.036,79
    +2.372,79 (+2,20%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    44.626,80
    -475,80 (-1,05%)
     
  • PETROLEO CRU

    79,74
    +0,25 (+0,31%)
     
  • OURO

    1.668,30
    -3,70 (-0,22%)
     
  • BTC-USD

    19.278,60
    -5,88 (-0,03%)
     
  • CMC Crypto 200

    443,49
    +0,06 (+0,01%)
     
  • S&P500

    3.585,62
    -54,85 (-1,51%)
     
  • DOW JONES

    28.725,51
    -500,09 (-1,71%)
     
  • FTSE

    6.893,81
    +12,22 (+0,18%)
     
  • HANG SENG

    17.222,83
    +56,93 (+0,33%)
     
  • NIKKEI

    25.937,21
    -484,89 (-1,84%)
     
  • NASDAQ

    11.058,25
    +22,75 (+0,21%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,3079
    +0,0099 (+0,19%)
     

Ação da Braskem avança com notícia sobre controle; Citi eleva para 'compra'

Tanque em unidade de produção de cloro-soda da petroquímica Braskem em Maceió

SÃO PAULO (Reuters) - As ações da Braskem avançavam ao redor de 7% nesta sexta-feira, em meio a uma notícia relacionada a mudanças na base de acionistas, enquanto o Citi elevou a recomendação dos papéis para 'compra', embora tenha reduzido o preço-alvo.

Às 11:20, os papéis da petroquímica subiam 6,8 %, a 32,5 reais. Na máxima, chegaram a 32,77 reais. No mesmo horário, o Ibovespa tinha acréscimo de 1,03%.

De acordo com o Valor Econômico, sem citar fontes, a J&F, holding de investimentos da família Batista, dona da JBS, está avaliando fazer uma proposta para a compra de 100% da Braskem. O jornal também disse que credores da companhia pediram que J&F, Apollo e BTG Pactual melhorassem suas ofertas.

Analistas do Citi, por sua vez, elevaram a recomendação de Braskem para 'compra', mas cortaram o preço-alvo de 53 para 42 reais, em revisão para incorporar estimativas macroeconômicas e de preços de químicos e os resultados do segundo trimestre.

Eles observaram que não veem gatilhos relevantes de curto prazo, mas destacaram que as ações são negociadas com desconto em relação a pares e que a sua presença geográfica diversificada não é apenas em relação às receitas, mas também aos seus custos.

Também citaram em relatório a clientes no final da quinta-feira a estabilização das operações no México, diminuindo os riscos da empresa na região.

"Acreditamos que a empresa tenha endereçado os principais riscos observados pelo mercado, como fornecimento de matéria-prima no México, alavancagem e o incidente de Alagoas", escreveram Gabriel Barra e equipe.

Ainda assim, eles apontaram que, apesar da divulgação recorrente sobre o incidente ambiental de Alagoas, com a maioria das preocupações aparentemente resolvidas, "os valores das provisões aumentaram em relação ao ano anterior, o que representa riscos para o fluxo de caixa da empresa".

Também chamaram atenção para a redução de impostos sobre importação de insumos industriais, que reduzirá a competitividade de alguns produtos da Braskem no Brasil. "Acreditamos que esta medida tenha um impacto máximo de 250 milhões de dólares no Ebitda estimado para 2023.

Para os próximos trimestres, esperam ver volumes de vendas estáveis no Brasil, Estados Unidos e Europa devido à normalização da produção nos EUA e União Europeia e à retomada das operações no Brasil após paradas para manutenção.

"No México, esperamos ver um aumento no volume de vendas de PE (polietileno) devido à maior disponibilidade de produtos em função da maior oferta de insumos provenientes de seu parceiro mexicano e sua solução 'fast track', afirmaram.

(Por Paula Arend Laier; edição de André Romani)