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Ação do Credit Suisse atinge mínima recorde com saída de fundos

(Bloomberg) -- As ações do Credit Suisse caíram para um novo recorde de baixa com as saídas maciças que o banco divulgou esta semana e as notícias de que rivais na Ásia se beneficiam dos problemas do credor.

O papel afundou até 6,8% em Zurique na sexta-feira, depois que a Vontobel cortou seu preço-alvo e disse que o banco precisa “urgentemente” interromper os saques em seu negócio de gestão de patrimônio. A ação caiu nove dias consecutivos, a maior sequência de perdas desde 2014.

O Credit Suisse disse na quarta-feira que os clientes retiraram cerca de 84 bilhões de francos (US$ 89 bilhões) nas primeiras seis semanas do quarto trimestre, sem reversão à vista. As saídas foram particularmente pronunciadas na unidade de gestão de fortunas, onde chegaram a 10% dos recursos sob gestão.

Rivais como UBS e Morgan Stanley estão entre os beneficiários desse êxodo de clientes, informou a Bloomberg, com um aumento significativo de novos negócios para ambos na Ásia, um importante mercado em expansão para a gestão de patrimônio.

O UBS administra a maior operação de private bank da Ásia, excluindo a China continental, de acordo com ranking de 2021 da Asian Private Banker, e o Credit Suisse é o segundo maior.

Andreas Venditti, analista da Vontobel, disse estar “atônito” com as saídas e previu que o Credit Suisse registrará mais prejuízo no próximo ano em meio a seus elevados custos de financiamento. Ele cortou seu preço-alvo para as ações de 4 francos suíços para 3,5 francos.

O papel chegou a ser negociado a 3,307 francos na sexta-feira, seu nível mais baixo já registrado.

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