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9 tecnologias de carros novos que são mais antigas do que parecem

9 tecnologias de carros novos que são mais antigas do que parecem
9 tecnologias de carros novos que são mais antigas do que parecem

Não há dúvidas de que o mercado automotivo global está passando por uma das maiores transformações da história. São cada vez mais equipamentos e recursos de segurança e conforto.

As montadoras normalmente se aproveitem disso para destacar os recursos tecnológicos dos seus veículos novos como algo inédito. Entretanto, a realidade é que alguns tão falados atualmente foram criados há mais de 100 anos.

Confira abaixo 9 conceitos da indústria automotiva que parecem novidades, mas não são.

Carros híbridos

Para começar, falaremos dos híbridos. A japonesa Toyota é uma das marcas mais conhecidas no segmento. A empresa, inclusive, fabrica dois modelos em solo nacional: o Corolla e Corolla Cross.

Apesar das regras de emissões apontarem para os carro elétricos, os híbridos desempenham um papel importante nessa transição. A ideia de criar carros que combinam um motor elétrico com outro a combustão, no entanto, não é nada nova.

Para ter uma ideia, o primeiro deles foi apresentado no Salão de Paris em 1901, o “Semper Vivus” (Sempre Vivo em latim). A criação foi de ninguém menos que Ferdinand Porsche, responsável pela criação da marca de carros de luxo alemã.

<em>Semper Vivus, o primeiro carro híbrido criado por Ferdinand Porsche. Imagem: Reprodução</em>
Semper Vivus, o primeiro carro híbrido criado por Ferdinand Porsche. Imagem: Reprodução

O modelo tinha dois motores elétricos, um em cada roda dianteira. A dupla era alimentada por baterias recarregadas por dois motores a combustão de um cilindro cada.

O conceito, por algum motivo, ficou na gaveta até 1977, quando a Toyota apresentou o primeiro veículo híbrido fabricado em larga escala, o Prius.

Motor flex

Em 1925, Henry Ford já apostava no etanol como combustível do futuro. Desde 1908, o famoso Ford T (ou Modelo T) possuía um ajuste no distribuidor que permitia rodar basicamente como um carro flex, ou seja, com gasolina ou álcool feito a base de milho, um produto muito mais barato e comum nos EUA na época.

Carros elétricos

Vistos como o futuro dos automóveis, o que muitos não sabem é que antes de 1900 já havia carros movidos a bateria nas ruas. Em Londres, por exemplo, o táxi 100% elétrico começou a funcionar em 1897, com 75 veículos. Em Nova York, 90% dos táxis também eram elétricos em 1899.

No entanto, por conta dos custos e da baixa autonomia, eram utilizados apenas por empresas e em áreas urbanas.

<em>Carro elétrico antigo carregando. Imagem: Reprodução</em>
Carro elétrico antigo carregando. Imagem: Reprodução

Quando a produção de petróleo explodiu nos Estados Unidos, a gasolina também ficou barata e mudou o rumo da indústria, que passou a focar nos motores a combustão.

Hoje, a direção é a oposta. Com legislações previstas na Europa e EUA para banir a vendas de carros a gasolina nos próximos anos.

Botão de partida

Apesar de muitos carros ainda não contarem com o recurso, foi a americana Cadillac que introduziu por segurança o botão de partida em 1912.

Na época era comum ligar o carro girando uma manivela. No entanto, além do esforço físico para fazer o motor funcionar, havia o risco de solavancos, gerando acidentes graves e até fraturas.

Navegação por GPS

Atualmente é comum encontrar um sistema de navegação por GPS nos carros. A Honda já oferecia algo parecido há 40 anos.

Trata-se do ‘Electro Gyrocator’, um guia de ruas lançado em 1981. O funcionamento era simples: havia uma folha plástica com o mapa impresso que ficava dentro de um monitor retroiluminado.

Conforme o veículo se deslocava, sensores de direção, hodômetro e giroscópio faziam o carro “se mover” no mapa.

<em>Electro Gyrocator, um dos primeiros sistemas analógicos de navegação. Imagem: Reprodução</em>
Electro Gyrocator, um dos primeiros sistemas analógicos de navegação. Imagem: Reprodução

Iluminação auxiliar

O “cornering light”, ou luzes de curva em inglês, acende um dos faróis de neblina ou aciona a seta quando o motorista gira o volante nos carros modernos. O sistema, ainda que mais simples, já estava presente em 1962 nos carros da Cadillac.

Funcionava assim: uma lâmpada instalada no para-lama dianteiros acendia automaticamente quando o motorista ligava a seta.

Câmera de ré

A câmera de ré também está presente nos carros faz tempo. Sua invenção remete a General Motors em 1956, quando a empresa apresentou o carro conceito Buick Centurion, que além da câmera de ré tinha uma TV de cinco polegadas no painel.

O primeiro carro de produção com o recurso, entretanto, foi o Toyota Soarer, lançado em 1991 no Japão.

Frenagem de emergência

Os primeiros sistemas do tipo foram registrados na década de 1990 com o uso de um radar criado pela General Motors e depois ficaram mais inteligentes com a ajuda da Boeing no início dos anos 2000.

A primeira montadora a usar o recurso foi a Honda em 2003. O sistema contava com diferentes níveis de alerta, permitindo até a frenagem total do veículo.

Controle de Cruzeiro Adaptativo

Por fim, o controle de cruzeiro adaptativo, capaz controlar aceleração, frenagem e até as trocas de marchas, já existe desde 1992.

A Mitsubishi foi quem estreou a tecnologia. Em 1995, a fabricante adicionou as funções de acelerar e reduzir marchas automaticamente. Em 2000 os japoneses também foram os primeiros a adicionar o controle de frenagem ao recurso.

Imagem principal: S_Photo/Shutterstock

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