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9 a cada 10 trabalhadores informais gostariam de ter carteira assinada

A maior parte dos trabalhadores gostaria de atuar dentro do regime CLT (Getty Image)
A maior parte dos trabalhadores gostaria de atuar dentro do regime CLT (Getty Image)
  • Quase 90% dos trabalhadores informais queriam ter carteira assinada;

  • Rendimentos fixos e benefícios são algumas das razões que atraem esse público;

  • Flexibilidade de horário é uma das poucas vantagens apontadas pelos entrevistados.

Fundo de garantia, décimo terceiro salário, vale-refeição e seguro-desemprego são alguns dos benefícios recebidos pelo funcionário que tem a carteira assinada. Para quase 90% dos informais, contar com direitos trabalhistas é um sonho.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) aponta que a maior parte dos trabalhadores gostaria de atuar dentro do regime CLT.

O levantamento entrevistou os pessoas que não possuíam nenhum tipo de registro (trabalhadores sem carteira assinada, empregadores e conta própria sem CNPJ). Entre esses trabalhadores, 87,7% disseram que gostariam de ter uma ocupação mais formalizada, sendo que apenas 12,3% preferiam o contrário.

"É mais gente trabalhando por necessidade (nesse tipo de ocupação) do que por uma vontade própria", explicou o coordenador e responsável técnico pela pesquisa do Ibre/FGV, Rodolpho Tobler.

O estudo foi realizado entre os meses de agosto e outubro de 2022. Neste período, o número de trabalhadores atuando na informalidade no Brasil alcançava 38,964 milhões.

Dados apontam ainda que ainda que, entre os trabalhadores por conta própria atuando sem qualquer registro ou mesmo os registrados com CNPJ, apenas 30,4% prefeririam continuar na situação atual do que mudar para uma vaga de contratado por uma empresa.

Entre os 69,6% que desejam mudar de situação, os principais motivos apontados são a vontade de ter rendimentos fixos (33,1%) e o acesso a benefícios dados por empresas (31,4%).

Para as pessoas que não desejam mudar a categoria da sua ocupação, o fator mais mencionado foi a preferência por flexibilidade de horário (14,3%), seguido pelos trabalhadores que acreditam que na ocupação atual conseguem ter rendimentos maiores (11,9%) do que teriam se fossem vinculados a uma empresa.