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86% dos profissionais não acreditam que colegas saberão evitar golpes digitais

·2 minuto de leitura

Com o aumento cada vez maior dos casos de ataques digitais, a sensação de insegurança parece fazer parte do dia a dia dos profissionais de tecnologia. Prova disso é uma pesquisa, cujo resultado apontou que 86% dos trabalhadores do setor não confiam na capacidade de seus colegas de trabalho em evitar golpes digitais — os cliques em links maliciosos ou o sucesso de ataques de engenharia social são citados como os mais presentes entre tais temores.

São números da Deep Instinct, que trabalha em plataformas de inteligência artificial com foco em segurança, e demonstram um nível baixo de confiança tanto nas pessoas quanto nas tecnologias. Outro dado alarmante é o total de 99% dos profissionais acreditando que as soluções adotadas em suas corporações não estão disponíveis em todos os celulares, notebooks, servidores e demais equipamentos usados no trabalho. Essa falta de abrangência dialoga diretamente com um total de 60% dos especialistas afirmando serem incapazes de bloquear ameaças em diferentes pontos antes que elas aconteçam.

Do contrário, o resultado é catástrofe, e uma que pode demorar para ser resolvida. Segundo os dados da pesquisa, as corporações levam em média 20,9 horas — ou seja, mais do que dois expedientes de trabalho — para começarem a responder a um ataque. Entre os motivos para isso estão a falta de sistemas de prevenção de ameaças, principalmente contra aquelas ainda desconhecidas, junto com a falta de profissionais qualificados e táticas de persistência usadas pelos criminosos para manter acesso aos sistemas, mesmo após reinicializações, varreduras e trocas de credenciais.

Na visão dos especialistas, todos estes são elementos que circundam os atuais dilemas do ponto de vista da segurança e não conversam muito bem com a ideia de virtualização acelerada, e necessária, no mercado atual. A Deep Instinct cita dados de outros estudos, como o do CloudCheckr, que aponta que 64% das empresas migrarão totalmente seus sistemas para a nuvem pública nos próximos cinco anos; isso é feito dentro de um cenário em que 36% das organizações sofreram brechas ou vazamentos de dados apenas no último ano, segundo relatório da Fugue.

Essa mistura gera o que os especialistas chamam de bomba relógio, com o estudo ajudando a elucidar alguns dos pontos que merecem atenção e outros que são essenciais nessa conversão. Na visão da Deep Instinct, são estes os principais desafios a serem enfrentados desde já, com melhores soluções de proteção de endpoints e contra exposições na nuvem, assim como processos de atualização e monitoramento, estando entre as prioridades atuais. O estudo entrevistou 1.500 profissionais de segurança, todos de empresas com mais de 1.000 funcionários, em 11 países.

Fonte: Canaltech

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