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81,2% dos brasileiros criam senhas fortes, mas falham em outros hábitos digitais

·2 minuto de leitura

Criar senhas consideradas fortes, misturando números, letras e caracteres especiais, já faz parte da vida de 81,2% dos brasileiros. No entanto, isso não é suficiente para garantir uma experiência digital segura, e a falta de atenção a outros hábitos recomendados por especialistas para os usuários de dispositivos eletrônicos ainda é forte no país, revela uma pesquisa realizada pelo grupo provedor de redes privadas NordVPN.

Segundo a avaliação, a falta de cuidado em geral faz com que o desempenho geral do Brasil seja somente de 33,4% em uma análise comparada entre 192 países. Outro dado preocupante é o fato de que somente 23,3% dos entrevistados tinha conhecimento sobre as ferramentas de proteção disponíveis para evitar o roubou de dados.

"O vazamento de informações e ataques a sites e plataformas é mais comum do que se imagina. As estratégias de invasão estão cada vez mais sofisticadas, por isso, é importante investir em ferramentas de segurança e tomar alguns cuidados para garantir tanto a proteção dos dados dos usuários como a segurança digital da empresa", explica Gustavo Piltcher, diretor de estratégia e inovação da Nodo, empresa de tecnologia especializada em soluções digitais para diversos segmentos.

Somente em 2020, o Brasil sofreu aproximadamente 8,4 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos — 5 bilhões delas somente no último trimestre do ano. Entre os elementos que ajudam a explicar esse alto número está o fato de que os brasileiros agem muito em torno da conveniência e comodidade, sem se preocupar da forma adequada com a segurança digital. Pesquisa da IBM Security mostra que 82% das pessoas usam a mesma senha em diversos locais, enquanto 40% preferem fazer pedidos em sites potencialmente inseguros do que realizar uma ligação telefônica.

Investimentos em segurança são essenciais

Segundo Piltcher, é essencial que empresas se atentem à importância do conhecimento sobre privacidade e segurança, agindo de maneira transparente em relação a seus processos e à coleta de dados de clientes. Ele reforça que, especialmente em tempos de pandemia (nos quais a dependência de meios digitais aumenta), é necessário exercer um maior controle interno sobre quem tem acesso a essas informações para diminuir o risco de possíveis vazamentos.

A Nodo recomenda que organizações usem soluções que envolvam proteção de dados em nuvem, tokenização, PCI (padrão internacional de segurança de dados voltado para a indústria de cartões), governança de acesso a dados, criptografias e blockchain, entre outras formas de defesa, para se adequarem a regras nacionais e internacionais. Com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrando em vigor em agosto, aumenta ainda mais a responsabilidade necessária para lidar com informações sensíveis.

Fonte: Canaltech

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