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80% das empresas acham insuficientes suas medidas de recuperação após ataques

Quatro de cada cinco organizações brasileiras consideram suas medidas de recuperação após um incidente cibernético insuficientes diante da expectativa de gestores e administradores sobre isso. A lacuna também aparece na proteção de dados, com um mesmo número de empresas enxergando uma distância entre a frequência com que medidas desse tipo são tomadas e a quantidade de informações que podem ser perdidas em uma ocorrência.

Estes são alguns dos resultados apresentados pela empresa de backup e proteção de dados Veeam Software, em uma pesquisa que mede o sentimento de profissionais de tecnologia da informação e gestores quanto à segurança de suas organizações. Os números, nos quesitos acima, são de respectivamente 82% e 79%, com um resultado de insatisfação quanto à capacidade de resiliência e retorno às atividades após um ataque cibercriminoso.

Com isso, a proteção de dados surge como uma prioridade para 85% das organizações, com gastos mais altos em relação a outras áreas de TI e crescimento nos investimentos atrelados a outras ferramentas de resiliência cibernética. 57% das empresas participantes do estudo, ainda, afirmaram buscarem novas soluções de defesa neste ano, com um aumento médio de 6,5% nos investimentos para o setor.

Isso decorre diretamente de uma fala presente no relatório da Veeam: o ransomware está vencendo. 85% das empresas brasileiras foram atingidas por pelo menos um incidente desse tipo em 2022, um aumento de 76% em relação ao ano anterior, enquanto entre as que foram vítimas, apenas 55% afirmaram ter recuperado totalmente seus dados. Somente 6% das organizações disseram ter confiança plena em suas soluções de backup, consideradas como o principal meio de retorno após um golpe assim.

O aumento no perigo e, por consequência, dos gastos com segurança também é encarado como obstáculo para a inovação e a transformação digital das companhias. Com recursos limitados, as companhias acabam investindo mais em proteção e prevenção, usando recursos que, antes, seriam destinados a outras áreas de tecnologia da informação, tornando a modernização mais lenta.

Ainda assim, o resultado do estudo indica uma adoção cada vez maior de contêineres e Kubernetes, com 52% das empresas já trabalhando a partir de soluções desse tipo, enquanto outras 40% pretendem implementar esse tipo de solução em breve. O estudo aponta, entretanto, que falta uma noção de proteção abrangente de cargas de trabalho, com a maioria das organizações ainda preferindo proteger o armazenamento.

Novamente, a Veenam volta seus olhos para os backups, grandes aliados na recuperação de dados, sim, mas que podem tornar difícil a recuperação rápida das operações após um incidente. Mais do que lenta, ela pode ser pouco confiável, com a saída sendo a adoção de plataformas seguras e modernas que abracem toda a carga de trabalho necessária para o funcionamento de uma organização.

Fonte: Canaltech

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