Mercado fechado
  • BOVESPA

    113.282,67
    -781,69 (-0,69%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.105,71
    -358,56 (-0,70%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,95
    +0,65 (+0,89%)
     
  • OURO

    1.750,60
    +0,80 (+0,05%)
     
  • BTC-USD

    42.067,38
    -351,68 (-0,83%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.067,20
    -35,86 (-3,25%)
     
  • S&P500

    4.455,48
    +6,50 (+0,15%)
     
  • DOW JONES

    34.798,00
    +33,18 (+0,10%)
     
  • FTSE

    7.051,48
    -26,87 (-0,38%)
     
  • HANG SENG

    24.192,16
    -318,82 (-1,30%)
     
  • NIKKEI

    30.248,81
    +609,41 (+2,06%)
     
  • NASDAQ

    15.319,00
    +15,50 (+0,10%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2556
    +0,0306 (+0,49%)
     

8 mitos sobre vacinação em crianças

·3 minuto de leitura

Com a pandemia em vista, uma questão que vem tomando maiores proporções é a vacinação no público infantil, o que acaba fomentando muitos mitos pela internet. Sob a premissa de esclarecer essas questões, trazemos uma lista das principais fake news relacionadas à vacina nesse público.

1. Vacinas causam autismo

Um dos equívocos relacionados à vacinação em crianças é que seja causa de autismo. Segundo Renee Slade, pediatra do Rush Pediatric Primary Care Center, não há relação entre qualquer vacina e autismo. Esse medo surgiu de um estudo de 1997, mas o autor tinha um incentivo financeiro para que o estudo fosse publicado.

Muitos especialistas em autismo estão cada vez mais convencidos de que esse transtorno é determinado antes do nascimento, bem antes de qualquer vacinação.

2. Não é necessário vacinar tão cedo

Tomar vacina logo no início da vida é importante, considerando que as doenças que essas vacinas previnem são mais mortais nas crianças, por isso são recomendadas logo cedo. Adiar as vacinas até que as crianças cresçam pode colocar bebês e crianças pequenas em maior risco de doenças potencialmente fatais, como coqueluche e sarampo, por exemplo.

3. O calendário é muito agressivo e deve ter mais intervalos

O calendário de imunização é determinado por décadas de evidências médicas, com uma janela de tempo ideal em que as vacinas são mais eficazes na prevenção, e as crianças são mais vulneráveis ​​a essas doenças. Um maior intervalo entre as vacinações pode perder essa janela de eficácia, segundo os especialistas.

4. Vacinas causam as doenças que deveriam prevenir

As vacinas não causam doenças, simplesmente porque não contêm vírus ativos. Tudo o que fazem é estimular nosso sistema imunológico a produzir os anticorpos necessários para nos proteger de determinada doença. Os vírus inativos nas vacinas induzem o sistema imunológico a pensar que existe uma ameaça, de modo que ele produz esses anticorpos protetores. O que pode confundir as pessoas é que o processo de produção de anticorpos às vezes pode causar febre, mas não as doenças reais.

(Imagem: DragonImages/Envato)
(Imagem: DragonImages/Envato)

5. Vacinas contêm toxinas perigosas

Vacinas podem conter vestígios de formaldeído, mercúrio e alumínio. Mas esses aditivos, na verdade, tornam as vacinas mais seguras, garantindo que a fórmula faça seu trabalho com eficácia. Eles são tóxicos apenas em quantidades muito maiores do que os traços necessários para as vacinas.

6. Eficácia das vacinas nunca foi comprovada

Vacinas são extremamente eficazes, e isso já foi comprovado cientificamente. A depender do imunizante, 95% a quase 100% das crianças acabam desenvolvendo imunidade contra a doença em questão. Os especialistas apontam que o número de casos para cada doença evitável por vacina despenca nos anos após uma vacina para essa doença ser amplamente disponibilizada.

7. Não vacinar seu filho afeta apenas ele

Alguns pais pulam as vacinações porque os imunizantes justamente têm sido verdadeiramente eficazes em tornar raras as doenças que antes matavam milhares de crianças a cada ano. No entanto, quando uma população fica abaixo da quantidade de pessoas vacinadas necessária para evitar que uma doença se espalhe, uma doença que quase foi erradicada pode ressurgir com violência, espalhando-se rapidamente e ameaçando muitas vidas.

8. Jovens não precisam tomar a vacina da COVID-19

Embora a COVID-19 seja menos grave em pessoas mais jovens e saudáveis, crianças e jovens podem ficar muito doentes. Em alguns lugares, como os EUA, a vacina já foi aprovada para pessoas a partir de 12 anos, conseiderando que se uma criança de 12 a 17 anos pegar COVID-19, há um alto risco de que ela possa transmiti-lo a outras pessoas que correm o risco de contrair COVID-19 mais grave, e tomar a vacina ajuda a diminuir esse risco.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos