Mercado abrirá em 5 h 30 min
  • BOVESPA

    114.428,18
    -219,81 (-0,19%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.686,03
    -112,35 (-0,21%)
     
  • PETROLEO CRU

    82,94
    +0,50 (+0,61%)
     
  • OURO

    1.776,90
    +11,20 (+0,63%)
     
  • BTC-USD

    62.367,09
    +71,09 (+0,11%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.456,26
    +4,62 (+0,32%)
     
  • S&P500

    4.486,46
    +15,09 (+0,34%)
     
  • DOW JONES

    35.258,61
    -36,15 (-0,10%)
     
  • FTSE

    7.203,83
    -30,20 (-0,42%)
     
  • HANG SENG

    25.748,30
    +338,55 (+1,33%)
     
  • NIKKEI

    29.215,52
    +190,06 (+0,65%)
     
  • NASDAQ

    15.311,75
    +21,25 (+0,14%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4139
    +0,0224 (+0,35%)
     

62% dos restaurantes dizem que faturamento não voltou ao nível pré-pandemia, aponta pesquisa

·2 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O faturamento de 62% dos restaurantes ainda não voltou ao patamar pré-pandemia e mais da metade (55%) dos estabelecimentos está endividada, de acordo com levantamento divulgado nesta segunda-feira (27) pela ANR (Associação Nacional dos Restaurantes).

A comparação de vendas considerou julho de 2021 com o mesmo mês de 2019. Dos consultados, apenas 25% disseram estar com a receita superior ao do período pré-Covid.

Diante da inflação de insumos e do caixa menos abastecido, 38% dos restaurantes aumentaram os preços de refeições ao consumidor. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, grandes redes como Bob's e Bloomin’ Brands, dona do Outback, preparam aumento de preços.

A pesquisa da ANR ouviu 800 empresas do setor de alimentos, que representam 22.907 lojas, de todas as regiões do país. Ela foi realizada de 12 de agosto a 8 de setembro pela associação em parceria com a consultoria Galunion e o Instituto Foodservice Brasil.

Entre as empresas com dívidas, 78% dizem dever para bancos, 57% relatam estar com impostos atrasados, 24% com dívidas junto a fornecedores e 14% com pendências trabalhistas. Quase metade (48%) deve levar mais de dois anos para pagar débitos.

Apesar da lenta retomada, a estimativa é de alta de 34% na receita no segundo semestre, em comparação com o primeiro, à medida que a vacinação cresce no país.

As pessoas voltaram a consumir na mesma frequência do pré-Covid na visão de apenas 17% dos proprietários. Metade dos consultados prevê o retorno do consumo a patamares de 2019 apenas no primeiro semestre de 2022.

Mesmo com a retomada da movimentação prevista para o próximo ano, 85% dos estabelecimentos irão manter o serviço de entrega, que se tornou o meio de sobrevivência dos restaurantes durante os períodos de restrição de circulação. Antes da pandemia, o canal de delivery representava 24% do faturamento, média que passou para 39% agora.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos