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62% dos novos motoristas da Uber sofrem com falta de oportunidades

·1 minuto de leitura
Phone based GPS in a car.
4.941 motoristas foram entrevistados em seis países
(Getty Creative)
  • Pesquisa encomendada pela Uber mostrou que falta de oportunidades fez com que profissionais recorressem à plataforma 

  • 24% dos novos motoristas já enfrentavam o desemprego

  • Para 87% deles, trabalho permitiu que necessidades financeiras fossem supridas

Uma pesquisa realizada pela Accenture mostrou que 62% dos motoristas e 54% dos entregadores que se cadastraram na Uber durante a pandemia recorreram à plataforma por não conseguirem outro emprego. A pesquisa foi encomendada pela empresa de transportes.

O levantamento ainda mostrou que o desemprego, que atinge mais de 14 milhões de brasileiros, também foi fator fundamental de escolha: 24% dos novos motoristas afirmaram que estavam sem renda e 58% encaravam carga horária reduzida ou processo de desligamento em outras empresas.

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Por conta disso, a empresa foi apontada, por 73% dos entrevistados, como uma rede de proteção financeira durante a pandemia. 87% dos novos motoristas e entregadores também afirmaram que, sem o trabalho, não teria sido possível atender às necessidades financeiras deles e de suas famílias.

Para chegar nesses resultados, 4.941 motoristas foram entrevistados em seis países (Austrália, Brasil, Canadá, Estados Unidos, França e Reino Unido) entre março e abril de 2021. A Accenture também levou em consideração as pesquisas acadêmicas realizadas sobre o trabalho em plataformas e dados da Uber sobre novos parceiros desde 2019.

Como pontos positivos, os motoristas citaram a flexibilidade de horários e possibilidade de interromper o trabalho a qualquer momento. De forma geral, 76% consideraram o serviço como “um trabalho satisfatório”.

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