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62% das pessoas LGBT+ não falam sobre orientação sexual no trabalho

Ao menos 17% da população LGBTQIAPN+ relatam que sempre sofrem discriminação (Getty Image)
Ao menos 17% da população LGBTQIAPN+ relatam que sempre sofrem discriminação (Getty Image)
  • Hoje é o Dia da Celebração Bissexual (23)

  • Nesta semana, foi divulgada uma pesquisa sobre pessoas LGBTQIAPN+

  • Levantamento mostra discriminação e medo no mercado de trabalho

Hoje é o dia das pessoas que não estão confusas. E que não precisam escolher um lado. No mês de setembro, a comunidade bissexual celebra a possibilidade de amar a todos os gêneros.

Apesar da reafirmação da orientação sexual ser uma escolha pessoal, muitos trabalhadores ainda preferem esconder a identidade no mercado de trabalho para evitar repreensão, preconceito e, até mesmo, demissões.

Uma pesquisa do Instituto Datafolha, encomendada pela Havaianas, mostra que o percentual de 62% da população economicamente ativa não se sente confortável em falar sobre orientação sexual ou identidade de gênero no trabalho.

No caso das pessoas que não estão inseridas em uma atividade remunerada, sete em cada dez percebem que não são avaliadas apenas pelas qualificações profissionais em entrevistas de emprego.

O receio não é infundado. De acordo com o levantamento, a parcela de 17% da população LGBTQIAPN+ relatam que sempre sofrem discriminação. Em contraste, uma a cada quatro pessoas cisheterossexuais diz que não concorda totalmente que pessoas da comunidade devem ter os mesmos direitos que qualquer cidadão.

Na pesquisa, 9,3% da população do país a partir de 16 anos anos dizem que se identifica como LGBTQIA+. Pessoas mais jovens, que vivem em regiões metropolitanas e que têm ensino superior completo foram as que mais se sentiram confortáveis em dizer que não eram cisgêneras ou heterossexuais ao responder o levantamento.

O estudo foi realizado entre os meses de maio e junho de 2022, com uma amostra de 3.674. Os dados reforçam a importância de continuarmos lutando por diversidade, pluralidade e respeito às diferentes identidades de gênero e orientações sexuais no mercado de trabalho brasileiro. O amor não é uma escolha. Já a intolerância, é.