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6 recursos que serão tendência nos celulares de 2021

·7 minuto de leitura

Os smartphones já fazem parte do dia a dia de quase todo o mundo há pelo menos dez anos, e as fabricantes continuam em busca de novidades para atrair consumidores a cada nova geração.

Canaltech elencou algumas das principais inovações que vão aparecer ao longo de 2021. São recursos que você vai se acostumar a ver em cada vez mais celulares durante todo este ano, algumas delas já presentes em alguns dispositivos e outras ainda em vias de chegar às prateleiras.

Veja abaixo seis recursos que devem ser tendência na indústria durante este ano.

1. Tela com alta taxa de atualização

Moto G30 é um intermediário baratinho com tela de 90 Hz (Imagem: Ivo/Canaltech)
Moto G30 é um intermediário baratinho com tela de 90 Hz (Imagem: Ivo/Canaltech)

Uma das especificações mais comuns em qualquer intermediário e topo de linha que se preze hoje é a taxa de atualização aumentada. O padrão de 60 Hz aos poucos vai deixando de ser opção, e mais modelos utilizam 90 Hz, 120 Hz ou até 144 Hz.

Isso significa mais fluidez de movimentos, o que dá uma impressão maior de velocidade ao transitar entre telas, porque no caso do 90 Hz, são 90 atualizações do conteúdo na tela a cada segundo, o que abre espaço para mais animações. Com 120 Hz são 120 atualizações a cada segundo, o que aumenta ainda mais a percepção de fluidez, e assim por diante.

A taxa de atualização de tela aumentada começou a aparecer já em 2020, mas tem novidade este ano: em vez de uma taxa fixa, as fabricantes começaram a implementar uma taxa variável, que ajuda a economizar energia. Ou seja, um vídeo que tem 30 quadros por segundo só vai exigir 30 atualizações da tela neste período, e o celular vai se limitar a isso, evitando processos desnecessários.

Não custa dizer que esse recurso deve demorar um pouco a chegar a modelos mais básicos (mas já começa a ser visto, como no Moto G20), pois exige um bom poder de processamento para não causar engasgos e uma tecnologia mais cara na construção do painel, o que acabaria atrapalhando um dos grandes chamarizes da categoria que é o seu preço baixo.

2. Telas dobráveis

Mi Mix Fold é o primeiro dobrável da Xiaomi (Imagem: Divulgação/Xiaomi)
Mi Mix Fold é o primeiro dobrável da Xiaomi (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

O primeiro celular com tela dobrável foi anunciado no já longínquo ano de 2018, quando a Royole revelou ao mundo o FlexPai. Desde então, Samsung e Huawei já lançaram duas gerações de suas primeiras linhas com tela flexível, e a sul-coreana ainda trouxe uma versão mais compacta, seguindo um pouco a ideia do Razr 2019, da Motorola.

Como é costume na indústria, uma tecnologia inovadora dessas chega a valores exorbitantes, mas tudo indica que o ano de 2021 pode marcar o começo da popularização dos smartphones dobráveis. A Xiaomi já anunciou o Mi Mix Fold, e há outras fabricantes chinesas que também preparam os seus primeiros modelos do tipo, enquanto a Samsung pode lançar o Galaxy Z Flip 3 (que seria a segunda geração do dobrável em formato de concha) por valor mais próximo dos US$ 1.000.

Além disso, existe a possibilidade de aparecem outros tipos de tela dobrável, com mais dobradiças ou até mesmo com a tela enrolável, que pode ser expandida, em vez de apenas dobrada para aumentar ou diminuir sua área.

3. Câmera de selfie sob a tela

Câmera sob a tela do ZTE Axon 20 5G não impressionou (Imagem: Reprodução/Unbox Therapy)
Câmera sob a tela do ZTE Axon 20 5G não impressionou (Imagem: Reprodução/Unbox Therapy)

Um dos recursos cujos rumores já habitam o noticiário de tecnologia há bastante tempo, a câmera sob a tela já chegou ao mercado oficialmente no final do ano passado, com o lançamento do ZTE Axon 20 5G. O dispositivo, infelizmente, decepcionou na qualidade das fotos, mas a primeira tentativa ajuda os engenheiros a buscarem soluções para problemas imprevistos nos testes em laboratório.

A própria ZTE deve lançar mais um celular com a câmera frontal sob a tela em breve, e há rumores de que Samsung, Xiaomi e outras marcas também não demoram a explorar o recurso, que limitaria a taxa de atualização da tela para 90 Hz neste primeiro momento. Samsung e Apple, duas marcas que aparecem em rumores há muitos anos, devem esperar a tecnologia amadurecer um pouco mais antes de se arriscarem com ela, mas nada impede outras chinesas de seguirem o caminho de ZTE e Xiaomi ainda em 2021.

4. Ultra wide melhoradas

Galaxy S21 Ultra usa mesmo sensor e lente para ultra wide e macro (Imagem: Divulgação/Samsung)
Galaxy S21 Ultra usa mesmo sensor e lente para ultra wide e macro (Imagem: Divulgação/Samsung)

As câmeras ultra wide já estão presentes nos celulares há tanto tempo que é até estranho olhar para trás e ver que, por muitos anos, só havia uma câmera na frente e outra atrás de todos os lançamentos até praticamente o ano de 2018. De lá para cá, tornou-se normal até mesmo dispositivos de entrada oferecerem conjunto principal triplo ou quádruplo.

Mas o conjunto duplo começou bem antes, em 2014, mais precisamente, com o lançamento do HTC One M8, para depois aparecer no LG G5 em 2016 e, no final do mesmo ano, no iPhone 7 Plus. E quando a Apple oferece um recurso, todas as fabricantes Android correm atrás para oferecer a mesma coisa.

Agora as fabricantes devem começar a melhorar a qualidade das câmeras ultra wide, que acabaram por se tornar o grande recurso secundário em fotografia com o celular. Algumas fazem isso com mais resolução nos sensores, como a Xiaomi, que inclui um sensor super grande-angular de 48 MP no Mi 11 Ultra, solução também utilizada por algumas concorrentes chinesas como a OnePlus.

Enquanto isso, a Apple deve trocar a lente de abertura f/2,4 de cinco elementos por uma f/1,8 de seis elementos com autofoco, dizem rumores. A Samsung já melhorou a do Galaxy S21 Ultra com a adição do autofoco, que ainda permite o uso como câmera macro, solução utilizada antes pela Motorola no Edge Plus lançado no ano passado e que expandiu para os Moto G100 e G60 recentemente.

5. Estabilização do sensor

iPhone 12 Pro Max tem estabilização óptica diferende de outros celulares (Imagem: Divulgação/Apple)
iPhone 12 Pro Max tem estabilização óptica diferende de outros celulares (Imagem: Divulgação/Apple)

O iPhone 12 Pro Max tem um recurso por enquanto único: a estabilização óptica de sua câmera principal não é feita com um mecanismo que mantém a lente parada por mais tempo, mas sim o sensor de imagem, o que reduz erros na leitura da luz no meio do caminho. Há rumores de que a Apple deve não apenas expandir esta solução para mais modelos, como também para mais lentes ainda em 2021.

Outra fabricante que já trabalha na mesma tecnologia, segundo rumores, é a Samsung. Ainda não há muitos detalhes sobre modelos que poderiam embarcar a estabilidade do sensor, mas não seria uma grande surpresa tal solução chegar a um Galaxy Z Fold 3 ou até a algum intermediário mais potente ainda em 2021. Senão, deve ser adotada em algum topo de linha no ano que vem.

6. Lentes líquidas

Já existem no mercado alguns modelos com câmera híbrida ultra wide e macro, mas a dupla função é feita simplesmente pelo recorte da imagem na hora de captar o detalhes de objetos super aproximados. As lentes líquidas levam as câmeras híbridas a um novo patamar, e já são realidade no mercado.

O Mi Mix Fold foi anunciado recentemente com uma destas lentes. Trata-se de uma tecnologia que utiliza um filme preenchido por líquido que, com um estímulo elétrico, pode se adaptar a diferentes situações. No caso do celular da Xiaomi, é possível alterar a distância focal e aproveitar o mesmo sensor para fotos macro e zoom, sendo este segundo uma aproximação óptica de até 3x e combinada de 30x.

Há rumores de outras fabricantes com esta solução em desenvolvimento, como a Huawei, que pode estrear a função no P50. Não deve demorar para que mais rumores ou até anúncios oficiais de celulares com lente líquida surjam por aí.

Gostou da lista de recursos que devem ser tendência em 2021? Acha que faltou algum? Conte-nos abaixo no campo de comentários.

Fonte: Canaltech

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