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6 dicas para não cair no golpe do falso cartão eletrônico

·3 min de leitura

Seja em festas de fim de ano ou aniversários, vem se tornando comum nos últimos anos o envio de cartões eletrônicos para desejar bons votos para pessoas queridas está se tornando comum. Porém, como qualquer tecnologia que se torna popular, a tática por muitos encaradas como “fofa” está sendo usada para disseminação de ataques virtuais.

Seja para roubar dados, infectar celulares com vírus ou mesmo espionar usuários, os cartões eletrônicas são utilizados pelos criminosos virtuais para os mais diversos crimes. Mas se as pessoas forem atentas, não há motivos para se preocupar.

Existem detalhes que podem identificar golpes, e caso os usuários sempre estejam de olho neles, é bem difícil que caiam no crime do falso cartão eletrônico. Por isso, listamos a seguir as principais formas de identificar possíveis fraudes nessa tecnologia. Confira:

Remetente e destinatário suspeito

<em>Quem garante que a correspondência não está sendo enviada por um criminoso? (Imagem: Divulgação/Pete Linforth/Pixabay)</em>
Quem garante que a correspondência não está sendo enviada por um criminoso? (Imagem: Divulgação/Pete Linforth/Pixabay)

Não reconheceu o remetente do cartão ou acha que é um nome genérico? Não o abra. É difícil que lojas ou grandes empresas enviem esse tipo de correspondência para seus clientes, já que há formas mais efetivas de marketing, mesmo em datas comemorativas. Além disso, se for destinado a algum nome genérico, como "amigo", passe longe.

Também fuja de cartões enviados por "um amigo" ou "admirador secreto". Há formas bem mais fáceis e funcionais desse tipo de pessoa procurar você na internet, até mesmo anonimamente. Dificilmente usariam seu e-mail para isso.

Fale com o remetente

Reconheceu o nome do remetente, mas acha que não é da personalidade dele enviar esse tipo de mensagem? Entre em contato com ele por uma rede social, perguntando sobre o cartão.

Com a negativa ou afirmativa da autoria da mensagem, agora você sabe se deve ou não abrir o cartão. Isso é importante, já que muitas vezes criminosos se aproveitam de web scraping e vazamento de dados para se passar por outras pessoas, assim colocando uma camada a mais de credibilidade nos golpes.

Busque no Google

<em>Uma rápida pesquisa pode evitar problemas futuros. (Imagem: Captura de Tela/Dácio Augusto/Canaltech)</em>
Uma rápida pesquisa pode evitar problemas futuros. (Imagem: Captura de Tela/Dácio Augusto/Canaltech)

Se você não está seguro a respeito de uma mensagem, pesquise o nome da empresa do cartão eletrônico junto com a palavra scam ou “olpe e veja quais são os resultados. Se for uma fraude, com certeza você não será o primeiro, e encontrará relatos de outras vítimas em potencial.

Não acredite no logotipo

Não é difícil colar um logotipo ou um endereço de e-mail em uma correspondência virtual para enganar pessoas. Mesmo que supostamente a mensagem venha de alguma empresa famosa de cartões eletrônicos, cheque os passos anteriores. É algo que não toma muito tempo e, no fim, pode garantir a segurança de seu dispositivo e de seus dados.

Procure por um código de confirmação

Cartões eletrônicos de empresas conhecidas e populares normalmente acompanham um código de confirmação usado para acessar o cartão no site oficial. Se isso não estiver em nenhum lugar da correspondência, ligue seu sinal de alerta e evite abri-la.

Não baixe nada que contenha arquivos .exe

Essa é uma das dicas mais antigas da segurança virtual da internet. Evite ao máximo baixar ou abrir conteúdos que venham por e-mail com extensão .exe. Esses arquivos são executáveis que, uma vez abertos, podem infectar máquinas com as mais variadas ameaças, desde simples cavalos de troia até poderoso ransomware.

Além disso, cartões eletrônicos legítimos nunca terão esses tipos de arquivos. Fique esperto.

Fonte: Canaltech

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