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6 coisas que queremos nos celulares intermediários em 2023

O ano de 2022 significou muito para os celulares intermediários, que contaram com configurações tão potentes que, particularmente, me fizeram questionar se havia necessidade de comprar um modelo topo de linha. Entretanto, ainda há espaço para melhorias para este ano, e eu direi a você quais são nos próximos parágrafos.

Câmeras traseiras mais robustas

Eu testei dezenas de smartphones intermediários em 2022 e poucos surpreenderam na qualidade das fotos, portanto, espero que neste ano de 2023 as empresas deem mais atenção ao departamento fotográfico de seus aparelhos.

O que mais presenciei nos meus últimos testes foram câmeras ultrawide de baixíssima qualidade, com bastante distorção nos cantos e ruídos excessivos em iluminação desafiadora. Em outros aparelhos, nem lente de ângulo mais aberto tinha, o que considero inaceitável nesta faixa de preço.

Câmeras dos aparelhos intermediários normalmente têm algumas baixas (Imagem: Ivo Meneghel Jr./Canaltech)
Câmeras dos aparelhos intermediários normalmente têm algumas baixas (Imagem: Ivo Meneghel Jr./Canaltech)

Outra câmera que precisa melhorar nos celulares intermediários é a macro, que há tempos serve apenas para “encher os olhos” dos consumidores, pois a qualidade é bem precária. Poucos smartphones que testei no ano passado ofereceram uma lente macro decente, como o Edge 30 e o Galaxy A73 5G.

5G

Para o ano de 2023, a rede 5G é mais que obrigatória nos smartphones intermediários. Sei que muitas marcas já utilizam a conexão em muitos dos seus aparelhos, mas ainda analisei bastante modelos entre R$ 1.500 e R$ 2.000 sem a nova tecnologia, o que era muito difícil de recomendar em relação à concorrência que já trazia a novidade.

A Samsung é uma das empresas que vem levando o 5G a cada vez mais celulares. Um bom exemplo que deve chegar ao mercado brasileiro em breve é o Galaxy A14 5G, que traz chipset decente e configurações interessantes para a categoria. Quem conhece a família Galaxy A sabe que se trata de um dos modelos bem acessíveis.

A Motorola, por sua vez, foi uma das primeiras a trazer o 5G a modelos intermediários, mas, com tantos lançamentos nos últimos tempos, a tecnologia ficou em segundo plano. Queremos mais aparelhos da linha Moto G com a nova conexão, não só os Edge.

Tela AMOLED

Em 2022 tivemos telas AMOLED em muitos smartphones intermediários considerados premium, porém os modelos mais básicos ainda contaram com o LCD. Com a tecnologia mais acessível, espero que mais aparelhos de gama média venham com painéis AMOLED.

Tela AMOLED está cada vez mais comum e acessível, mas muitos smartphones ainda utilizam painéis LCD (Imagem: Ivo Meneghel Jr./Canaltech)
Tela AMOLED está cada vez mais comum e acessível, mas muitos smartphones ainda utilizam painéis LCD (Imagem: Ivo Meneghel Jr./Canaltech)

O Moto G42 é um dos poucos aparelhos acessíveis com tela OLED, custando na faixa de R$ 1.300. Enquanto isso, a Samsung tem o Galaxy A53 5G, também com tela Super AMOLED, que custa um pouco mais, cerca de R$ 1.700.

Entrada para fone de ouvido

Seria um sonho pedir a volta da entrada para fones de ouvido? Recentemente analisei o Zenfone 9, da ASUS, um dos pouquíssimos modelos top de linha atuais com conector de 3,5 mm, e relembrei o quanto gostava de usar meu fone Kuba Disco 2 com fio, ou um microfone externo para gravar alguma coisa.

Entendo que, com a grande adoção dos fones de ouvido Bluetooth, a entrada para fones de ouvido ficou praticamente inútil para muitas pessoas. Entretanto, não entendo a ideia de um celular ser direcionado para criadores de conteúdo e precisar de um adaptador devido à falta de entradas necessárias.

Essa prática começou no segmento topo de linha, mas foi gradualmente adotada pelos setores mais simples, o que considero errado porque nem todo mundo pode comprar um fone de ouvido Bluetooth.

Enfim, sei que isso não deve acontecer, mas fica registrado meu desejo pela volta da entrada para fones de ouvido, principalmente nos celulares intermediários.

Resistência à água

A Samsung já traz resistência à água em modelos premium da linha Galaxy A, mas outras marcas também poderiam entrar na onda.

A Samsung tem celulares intermediários resistentes à água, mas outras empresas não (Imagem: Ivo Meneghel Jr./Canaltech)
A Samsung tem celulares intermediários resistentes à água, mas outras empresas não (Imagem: Ivo Meneghel Jr./Canaltech)

Foi-se o tempo em que trazer um celular resistente à água era sinônimo de produto caro, pois normalmente vemos aparelhos intermediários da Samsung por menos de R$ 2.000 com a característica. E, querendo ou não, acaba sendo um diferencial entre relação à concorrência.

A própria Motorola, por exemplo, tem na linha Edge a “licença poética” para ousar na construção e em outros departamentos, mas, até o momento, vimos apenas uma proteção básica com respingos d’água. Se não me engano, o último aparelho com alguma resistência da empresa que testei foi o Moto G3, lá de 2015. O último intermediário lançado com a função foi o Moto X4, lá em 2017, e mesmo nos top de linha só tivemos a volta do IP68 com o Moto X40, que deve ser lançado nos próximos meses no Brasil como Edge 40 Pro.

Carregamento sem fio

Carregamento sem fio é algo que normalmente vemos em aparelhos topo de linha, mas sabemos que, em 2023, não é nada tão exclusivo como antigamente. A Samsung, por exemplo, já mostrou com o Galaxy S20 FE 5G e o Galaxy S21 5G a possibilidade de incluir a tecnologia em celulares construídos em plástico.

Até o momento, a maioria dos aparelhos intermediários é feita majoritariamente de plástico, portanto não vejo tanto impedimento para não trazer carregamento sem fio a eles. Ficaria a cargo das marcas, entretanto, determinar a velocidade do carregamento, que provavelmente não seria tão rápida.

Essas são as seis coisas que eu gostaria de ver nos celulares intermediários de 2023. E você, tem um celular intermediário e gostaria que tivesse mais coisa? Conte-nos nas nossas redes sociais!

Fonte: Canaltech

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