Mercado abrirá em 15 mins
  • BOVESPA

    111.183,95
    -355,84 (-0,32%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    46.377,47
    +695,28 (+1,52%)
     
  • PETROLEO CRU

    61,49
    +0,21 (+0,34%)
     
  • OURO

    1.716,70
    +0,90 (+0,05%)
     
  • BTC-USD

    49.375,62
    -1.870,83 (-3,65%)
     
  • CMC Crypto 200

    990,28
    +3,07 (+0,31%)
     
  • S&P500

    3.819,72
    -50,57 (-1,31%)
     
  • DOW JONES

    31.270,09
    -121,43 (-0,39%)
     
  • FTSE

    6.627,57
    -47,90 (-0,72%)
     
  • HANG SENG

    29.236,79
    -643,63 (-2,15%)
     
  • NIKKEI

    28.930,11
    -628,99 (-2,13%)
     
  • NASDAQ

    12.631,00
    -50,75 (-0,40%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7447
    -0,0340 (-0,50%)
     

6 casos envolvendo mala branca (ou preta) no futebol brasileiro

Fabio Utz
·3 minuto de leitura

Ao insinuar que poderia enviar dinheiro para o São Paulo ganhar do Flamengo na próxima quinta-feira e, assim, abrir caminho para o título do Internacional no Campeonato Brasileiro, o torcedor colorado Elusmar Maggi fez reabrir a discussão sobre esse tipo de "incentivo" no esporte. A discussão a respeito da existência de mala branca ou mala preta é antiga, mas é sempre bom relembrar casos em que a mesma esteve em evidência.

1. Caso Grêmio (1991)

O técnico Vanderlei Luxemburgo, lembrou que no Brasileirão de 1991, quando comandava o Flamengo, recusou uma premiação extra enviada pelo Grêmio. "Cheguei ao vestiário e vi os jogadores espalhados. Percebi que havia algo de errado. O Gaúcho, Gilmar e o Júnior vieram me procurar com a mala branca. Eles disseram que haviam recebido um dinheiro do Grêmio após vencermos o Vitória, resultado que favorecia os gaúchos. Não aceitei e mandei devolver", disse. O Tricolor acabou rebaixado naquele ano.

2. Caso Internacional x Paysandu (2002)

A verdade do caso nunca virá à tona, mas fala-se que o Internacional, que precisava de vitória contra o Paysandu na última rodada do Campeonato Brasileiro para não ser rebaixado, teria dado um prêmio aos jogadores do time paraense em troca de uma "facilidade" em campo. Antes de a bola rolar, o goleiro se sentiu mal e não foi a campo. O Colorado venceu por 2 a 0 e ficou na primeira divisão.

3. Caso Portuguesa (2013)

Miguel Schincariol/Getty Images
Miguel Schincariol/Getty Images

A escalação indevida de atletas na última rodada do Campeonato Brasileiro da Séria A culminou na perda de pontos de Flamengo e Portuguesa. A Lusa teria "vendido" sua vaga escalando voluntariamente o atleta Héverton, mesmo sabendo que o mesmo não tinha “condição de jogo”. Tudo para beneficiar outro clube, no caso, o Mengão.

4. Caso Fernando Prass (2014)

Heuler Andrey/Getty Images
Heuler Andrey/Getty Images

"Se eu já recebi (de outro clube) para vencer jogo? Sim." A declaração do então goleiro do Palmeiras, em 2014, repercutiu bastante, tanto que ele foi denunciado e julgado. Acabou, porém, absolvido. O assunto surgiu na época pelo fato de o Flamengo não ter mais pretensões no Brasileirão e ser rival do Vitória, que brigava contra o Verdão para evitar o rebaixamento.

5. Caso Cruzeiro (2017)

Alexandre Schneider/Getty Images
Alexandre Schneider/Getty Images

Após empate em 2 a 2 com o Palmeiras, no Brasileirão, houve relatos de celebração por parte de alguns atletas da Raposa com o incentivo de R$ 500 mil recebido no vestiário após o resultado. Com o resultado, o Verdão perdeu a chance de encostar na briga com o Corinthians pelo campeonato. O Timão negou o envio de dinheiro.

6. Caso Botafogo-PB (2019)

Em 2019, o STJD puniu o ex-presidente Zezinho, do Botafogo-PB, por um ano. Ele apareceu em uma escuta com o presidente do Altos-PI, Warton Lacerda, oferecendo dinheiro para o time piauiense ganhar ou empatar um jogo contra o Náutico - a partida da Copa do Nordeste de 2018 terminou com o placar de 2 a 2.