Mercado fechado
  • BOVESPA

    109.114,16
    -2.601,84 (-2,33%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    44.808,56
    -587,38 (-1,29%)
     
  • PETROLEO CRU

    76,34
    -2,40 (-3,05%)
     
  • OURO

    1.629,30
    -26,30 (-1,59%)
     
  • BTC-USD

    19.126,39
    +302,96 (+1,61%)
     
  • CMC Crypto 200

    438,96
    +5,86 (+1,35%)
     
  • S&P500

    3.655,04
    -38,19 (-1,03%)
     
  • DOW JONES

    29.260,81
    -329,60 (-1,11%)
     
  • FTSE

    7.020,95
    +2,35 (+0,03%)
     
  • HANG SENG

    17.855,14
    -78,13 (-0,44%)
     
  • NIKKEI

    26.431,55
    -722,28 (-2,66%)
     
  • NASDAQ

    11.315,50
    -61,25 (-0,54%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,1800
    +0,0824 (+1,62%)
     

6 bichos que sobreviveriam a uma guerra nuclear

A sobrevivência é um dos mecanismos mais básicos e fundamentais de todos os organismos vivos, e alguns animais são conhecidos por possuírem características físicas e biológicas que lhes permitem escapar de predadores ou até mesmo resistir a ambientes hostis, o que inclui até mesmo um cenário de radiação. Com isso, separamos alguns animais que sobreviveriam a uma guerra nuclear.

Barata

Quando se fala sobre animais que sobreviveriam a uma guerra nuclear, logo se pensa na barata. Acontece que algumas foram encontradas perfeitamente bem ​​a apenas 300 metros de distância de onde a bomba atômica de Hiroshima foi lançada, o que ajudou a construir essa fama.

As baratas possuem algumas características morfológicas que as tornam mais resistentes que a maioria dos animais. O tamanho reduzido e o corpo achatado permitem que elas se escondam em pequenas frestas e se protejam da radiação da bomba. Outra característica é que esse animal pode sobreviver até um mês sem comida ou água, e até duas semanas com a cabeça cortada.

Tardígrado

Tardígrados sobreviveriam a uma guerra nuclear (Imagem: VideoKot/Envato)
Tardígrados sobreviveriam a uma guerra nuclear (Imagem: VideoKot/Envato)

Os tardígrados são seres microscópicos capazes de sobreviver em diversos tipos de condições extremas, como no vácuo do espaço e em temperaturas altíssimas. Esse organismo também consegue sobreviver a uma grande quantidade de radiação, e tem sido usado ​​para pesquisas científicas generalizadas, por sua capacidade de sobreviver a ambientes hostis.

Mosca-das-frutas

A mosca-das-frutas (Drosophila melanogaster) também tem algumas cartas na manga: seu tamanho impede de absorver adequadamente a radiação como criaturas maiores e, apesar de seu ciclo de vida de 30 dias, se houvesse uma bomba nuclear, essa mosca provavelmente ainda viveria todos os 30 dias como se nada tivesse acontecido.

Deinococcus radidurans

Vamos chamar a bactéria microscópica Deinococcus radidurans de "bicho" nessa lista, já que ela chegou a conquistar um espaço no Guinness Book of World Records como a "bactéria mais resistente do mundo" por sua capacidade de suportar temperaturas extremas e até desidratação. Não há limite conhecido de nível de radiação que as bactérias podem aguentar, mas já é o suficiente para colocá-la nesta lista.

Escorpião

Escorpiões são alguns dos animais que sobreviveriam a uma guerra nuclear (Imagem: Twenty20photos/Envato)
Escorpiões são alguns dos animais que sobreviveriam a uma guerra nuclear (Imagem: Twenty20photos/Envato)

Os escorpiões são conhecidos por suportar um nível muito alto de radiação UV, e muitos cientistas sustentam a hipótese de que eles podem sobreviver a ataques nucleares melhor do que a maioria das criaturas. Esses animais podem ser completamente congelados e depois trazidos de volta à vida, o que seria uma proteção potencial contra a radiação.

Vespa Braconidae

Braconidae é uma família de vespas parasitas que podem sustentar 300 vezes mais radiação do que os humanos. Recentemente, entomologistas descobriram que esse grupo de vespas pode ser treinado para “farejar” e identificar explosivos e substâncias nocivas, o que só aumentaria as chances dessa espécie fazer parte da lista de animais que sobreviveriam a uma guerra nuclear.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: