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5G: Parques técnicos passam por testes de certificação no Brasil

·1 min de leitura

Para poder usar a rede de internet 5G, é preciso ter um aparelho compatível com a tecnologia e com a nova frequência. No Brasil, três laboratórios e 17 certificadoras já estão credenciados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e atuam na capacitação de seus parques técnicos.

Eles vão testar e avaliar itens como compatibilidade eletromagnética, segurança elétrica e características na emissão de rádiofrequência que possa ser absorvida pelo corpo humano. "O 5G traz avanços significativos para o suporte ao enorme tráfego de dados", aponta Leonardo Tozzi Pinheiro, vice-presidente de telecomunicações da Associação Brasileira de Avaliação da Conformidade (Abrac).

Em junho de 2021, a Anatel publicou os requisitos técnicos de avaliação de conformidade para o 5G e designou todas as certificadoras com escopo do 4G para atuar com a nova tecnologia e emitir certificados de equipamentos. "É importante ter laboratórios capacitados e aptos para testar novas tecnologias conforme a realidade brasileira”, comenta Jose Eduardo Bertuzzo, vice-presidente de Telecomunicações da Abrac.

Aparelhos 5G precisam ser testados e certificados (Imagem: Reprodução/Pexels)
Aparelhos 5G precisam ser testados e certificados (Imagem: Reprodução/Pexels)

Isso porque, entre outras particularidades, o Brasil tem um ambiente eletromagnético único, com alta incidência de raios. Esse aspecto é considerado no cenário de testes exigidos no país.

Realização dos testes

Para que os testes sejam realizados, o fabricante deve selecionar um Organismo de Certificação Designado (OCD) e fornecer as informações técnicas sobre o produto analisado. A partir daí, serão determinados os padrões e os ensaios aplicáveis.

Depois, escolhe-se o laboratório que fará os testes, ele os executa e emite o relatório. Este, então, é analisado pela certificadora. Se o resultado for positivo, o produto é cadastrado na Anatel, que analisa a documentação e homologa o produto ou serviço.

Fonte: Canaltech

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