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Campeões do desrespeito: 5 vezes em que o Pânico constrangeu pessoas na Jovem Pan

Mario Jr, Boca Rosa e Seu Jorge: vítimas de desrespeito na Jovem Pan (reprodução)

No início do século, Pânico viveu os seus anos de glória. Com Sabrina Sato, Carioca e Eduardo Sterblitch no elenco, o programa se tornou bastante influente da cultura nacional na TV e no rádio, produzindo memes e servindo como principal referência de edição para uma geração de youtubers que estaria por vir. Hoje, reduzida à programação da Jovem Pan, o programa está longe de ter a mesma relevância. E o pior: só aparece no noticiário por maus motivos.

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Na última semana, dois convidados do programa foram vítima de constrangimento. Infelizmente, isso tem se tornado uma regra nos últimos anos: cada vez mais irrelevante, a trupe liderada por Emílio Surita tem protagonizado papelão em cima de papelão, parecendo cada vez mais inadequada para os dias de hoje. Abaixo, mostramos cinco casos recentes de grosseria que mostram como a atração, em franca decadência, tem usado a estratégia mais infame para conseguir audiência: insultar e desrespeitar pessoas.

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Mario Jr

Na última semana, o Pânico convidou Mário Jr, o galã do TikTok, para uma entrevista. Um trechinho da conversa que viralizou no Twitter mostra o economista Samy Dana falando com tom de superioridade: "Não tenho o que falar. Eu não tenho TikTok, não acho graça. Minha dica para o Mário Jr é: estude". O influencer aparece visivelmente bastante constrangido. Depois do programa, Mário relatou o seu desconforto. Nas redes sociais, Neymar, Teresa Cristina, Felipe Neto e Whindersson Nunes mandaram mensagens de apoio a Mario.

Boca Rosa

Bianca Boca Rosa também passou por um momento de constrangimento no programa na semana passada. Após ser interrompida pela bancada formada por homens, a ex-BBB precisou falar mais alto: "Emílio, me ouve! Posso falar como convidada?". O detalhe: o assunto da pauta era machismo e privilégios na sociedade. Pelo menos no final a influencer conseguiu passar uma importante lição para a audiência sobre feminismo. Mas será que os caras do Pânico prestaram atenção?

Seu Jorge

Um dos casos mais absurdos já vistos no programa. Em entrevista ao programa, Seu Jorge contava um caso de racismo sofrido na Itália numa loja de instrumentos, quando um comerciante confundiu o carrinho de bebê com a filha do cantor com um carrinho de lixo. Emílio Surita e outros participantes não se sensibilizaram muito com a história. Pelo contrário, deram risada.

Glenn Greenwald

Gleen Greenwald acabou agredido ao vivo por Augusto Nunes durante uma discussão no programa Pânico na rádio no ano passado. Se a ideia de colocar dois desafetos num mesmo estúdio já parecia irresponsável, ela se tornou ainda mais imperdoável após o entrevero. Supostamente botando panos quentes sobre a confusão, Emílio Surita fez gestos e comentários homofóbicos contra Grewnwald, gay assumido: "nem mulher briga feio que nem você".

Monica Bergamo

Em comentário machista, Emílio Surita disse no ano passado que "Monica Bergamo tem uma tatuagem do ex-presidente Lula na virilha". A jornalista da Folha respondeu com uma citação do poeta chileno Nicanor Parra: "Atualmente eu me inclino pelo canto gregoriano. E por uma música que já não se escuta em nenhuma parte. Me refiro a essa música chamada Silêncio".

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