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5 motivos para NÃO comprar o Nissan Leaf

O Nissan Leaf foi o carro elétrico mais vendido do Brasil em 2021 por uma série de razões. Isso, no entanto, não quer dizer que o hatch da marca japonesa seja inerente às críticas, ou não tenha pontos que possam ser melhorados.

E é justamente pensando no que pode melhorar no carro japonês que o Canaltech elencou 5 motivos que podem fazer você não comprar um Nissan Leaf.

5. Autonomia

Apesar de contar com o modo de condução “Eco” e com o sistema e-pedal, que regenera energia assim que o condutor tira o pé do acelerador, sem a necessidade de pisar no freio, o Nissan Leaf tem na autonomia um de seus maiores problemas.

Ao mesmo tempo em que ela é satisfatória para trajetos urbanos, em que o “anda e para” é constante, a autonomia de 240 quilômetros por carga se torna um empecilho se o objetivo do dono do Nissan Leaf for encarar uma estrada, seja ela qual for.

Afinal, em trajetos rodoviários, o uso do freio é bem menor, e a tendência de acelerar mais forte, maior. Com isso, a autonomia, que já não é das melhores, fica ainda mais prejudicada, e a missão de chegar ao destino sem precisar procurar por um ponto de recarga pode tornar o passeio meio tenso.

Nissan Leaf tem bom desempenho em circuito urbano, mas autonomia é problema para viajar (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Nissan Leaf tem bom desempenho em circuito urbano, mas autonomia é problema para viajar (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)

4. Freio de estacionamento

O segundo entre os 5 motivos para NÃO comprar o Nissan Leaf não é algo exclusivo do modelo japonês, e também está presente em carros como o Toyota Corolla Cross: o freio de estacionamento.

Em ambos os modelos, o freio de estacionamento precisa ser acionado com o pé. Esse acessório, que em carros mais simples e mais baratos já é automático e mais discreto, na forma de um botãozinho no console, acaba ficando grosseiro e destoando do bom acabamento do Nissan Leaf. Ponto negativo para a marca nessa escolha.

Freio de estacionamento no pé é ponto negativo do Nissan Leaf (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Freio de estacionamento no pé é ponto negativo do Nissan Leaf (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)

3. Ajuste do volante e dos bancos

Mais dois detalhes que parecem bobos, mas fazem falta, principalmente em um carro que beira os R$ 300 mil e que poderia ter um pouco mais de capricho em determinados itens.

Estamos falando dos ajustes dos bancos e do volante do Nissan Leaf. Tanto o banco do motorista quanto do passageiro têm regulagem de altura e distância, mas as alavancas são manuais, e não elétricas, como boa parte dos carros dessa faixa de preço.

Em relação ao volante, a ausência do ajuste de profundidade prejudica um pouco a ergonomia, principalmente se o motorista for alto e tiver braços mais compridos. Um detalhe que certamente não acrescentaria muito ao preço final do carro, mas faz diferença na avaliação do futuro comprador.

Ajuste manual do banco e ausência da opção de profundidade no volante foram sentidas (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Ajuste manual do banco e ausência da opção de profundidade no volante foram sentidas (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)

2. Painel de instrumentos

O painel de instrumentos do Nissan Leaf não é feio, mas a escolha por um velocímetro analógico do lado direito não aparenta ter muita lógica (com o perdão do trocadilho), principalmente porque as demais informações — e são muitas — aparecem todas digitalmente na tela do lado esquerdo do cluster.

Nos dias atuais, em que o motorista precisa ter um olho no gato e outro no peixe, ou melhor, um olho no velocímetro e outro nas ruas para não tomar multa por excesso de velocidade, um mostrador digital facilitaria bastante a missão de andar dentro dos limites estabelecidos por lei.

Painel do Nissan Leaf bem que poderia ser totalmente digital (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Painel do Nissan Leaf bem que poderia ser totalmente digital (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)

1. Preço

Fechando a lista dos 5 motivos para NÃO comprar o Nissan Leaf está algo que não é inerente ao modelo japonês, mas que não pode deixar de ser citado: o preço.

"Ah, mas quem quer um carro elétrico sabe que custa caro", você pode argumentar. Sim, custa. O problema, no caso específico do Leaf, é que ele se mantém praticamente inalterado desde o seu lançamento, em 2019. E o preço, ao invés de cair, subiu, passando de R$ 277,9 mil à época para R$ 293,7 mil atualmente.

Nissan Leaf é um belo carro, mas ainda está mais caro do que quando foi lançado (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Nissan Leaf é um belo carro, mas ainda está mais caro do que quando foi lançado (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)

Fonte: Canaltech

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