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5 games para jogar antes de Resident Evil: A Série

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Resident Evil: A Série estreia no próximo dia 14 de julho na Netflix. A série protagonizada por Lance Reddick (Horizon: Forbidden West) e Ella Balinska (As Panteras e do vindouro Forspoken) é mais um produto adaptado da principal franquia da Capcom, apresentando um novo universo cujas raízes estão firmadas em mais de duas décadas de jogos lançados.

Temos uma história que se passa no presente e também no futuro. Em 2022, a Umbrella se reergueu como uma empresa farmacêutica legítima e tem Joy, um antidepressivo, como seu principal produto. 14 anos depois, porém, essas promessas se provaram mais mentiras quando o mundo ainda se recupera de um apocalipse causado pelos monstros e criaturas gerados pelo T-Vírus, uma arma biológica também desenvolvida pela companhia.

Ainda que Resident Evil: A Série não se encaixe na cronologia usual da franquia, o criador e showrunner Andrew Dabb (Supernatural) afirma que os fãs podem esperar mais do que apenas referências. Segundo ele, a produção leva em conta todos os eventos que aconteceram nos games, ainda que, de 2022 em diante, prefira seguir seu próprio caminho. Somente com o que temos até agora, então, já dá para pensar em alguns títulos que parecem servir como base para essa nova história.

Confira a seguir cinco games para jogar antes de assistir aos episódios de Resident Evil: A Série.

1. Resident Evil 5

Vamos tirar o elefante da sala. Afinal de contas, estamos falando de um dos eventos mais importantes da franquia e, até hoje, uma polêmica entre os fãs. Albert Wesker (Reddick) é o protagonista de Resident Evil: A Série, mas todos sabem o que aconteceu com ele no game lançado em 2009. Como ele poderia estar vivo? Segundo Dabb, há uma explicação e ela não envolve resistência à lava vulcânica.

Em Resident Evil 5, a Capcom fechava um arco que vinha desde o primeiro game da franquia. Wesker, antigo capitão dos S.T.A.R.S., se provava como um dos mais brilhantes cientistas da Umbrella, apenas para trair a empresa, roubar as informações de pesquisa e se transformar em um vilão eugenista, que buscava uma sociedade de seres poderosos e resistentes a uma infecção parasitária.

Desde o início, porém, o herói Chris Redfield estava em seu caminho. Ao lado de Sheva Alomar e de sua velha parceira, Jill Valentine, ele consegue dar fim aos planos malignos de Wesker e também à própria existência do inimigo, que não só é jogado em um vulcão como detonado com um tiro de bazuca. Ainda que muitos fãs estejam em negação, era o fim do vilão, ou não, como a série deve mostrar.

Resident Evil 5 foi lançado originalmente para PS3 e Xbox 360; mais tarde, também ganhou versões PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch.

2. Resident Evil: The Umbrella Chronicles

Entre trair seus companheiros policiais na cidade de Raccoon City e tentar extinguir boa parte da população da Terra, Albert Wesker esteve envolvido em múltiplos eventos da franquia, contribuindo, até mesmo, para o fim da própria Umbrella. Um olhar geral sobre essa influência e também sobre os principais eventos envolvendo o vilão e seus subordinados aparecem neste game pouco conhecido da saga.

Resident Evil: The Umbrella Chronicles se divide em capítulos que trazem a visão de Wesker sobre alguns dos principais acontecimentos da franquia entre o primeiro e o quarto jogo da série. A abordagem de tiro em primeira pessoa, sobre trilhos, permitiu que a Capcom contasse uma trama com diferentes ângulos e uma abordagem mais resumida, além de resolver pontas soltas dos games anteriores.

O fim da Umbrella, citado por Leon brevemente no começo de Resident Evil 4, tem seus desígnios explicados aqui, juntamente com mais detalhes sobre a própria traição de Wesker e o trabalho de seus antigos companheiros para conter as ameaças biológicas. Até mesmo a destruição de Raccoon City é um tema, com o game, ainda que deixe a desejar em profundidade, podendo ser uma parada importante para entender as linhas gerais da saga.

Resident Evil: The Umbrella Chronicles saiu em 2007 para o Nintendo Wii. Depois, ganhou também uma versão PlayStation 3, com gráficos remasterizados.

3. Resident Evil Zero

A nova Umbrella, vista em Resident Evil: A Série, é comandada por Evelyn Marcus (Paola Nuñez). Como filha de um dos fundadores da empresa farmacêutica, ela herdou o comando e constituiu uma família, enquanto tenta virar a imagem da companhia que causou tanto mal e esconder os segredos que, claro, ainda existem.

O jogo de 2002 é um encontro direto com o pai dela, James Marcus. Um dos três fundadores da Umbrella, ao lado de Ozwell Spencer (que também aparece em Resident Evil 5) e Alexander Ashford, ele também representa um dos principais mistérios do título, além de protagonizar mais uma história de traição entre tantas que permeiam a história da companhia.

A policial Rebecca Chambers e o prisioneiro Billy Coen são os protagonistas eventuais desta história que é um verdadeiro mergulho nas origens do mal. O game também traz alguns sistemas presentes somente aqui, permitindo que o jogador alterne entre os personagens em tempo real e deixando de lado os baús de itens, exigindo ainda mais estratégia no gerenciamento de inventários.

Resident Evil Zero saiu em 2002 para o GameCube. Mais recentemente, ganhou versão remasterizada para PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch.

4. Resident Evil 7

Um dos games mais recentes da franquia e também responsável por reapresentar sua velha forma também traz um evento que, até hoje, intriga os fãs e, como dito, se tornou elemento central da série. Aqui, entre a violenta jornada de Ethan Winters para resgatar sua esposa, Mia, e a tragédia da família Baker, era sagrado o retorno da Umbrella, não mais como fabricante de remédios, mas como uma unidade paramilitar de luta contra o bioterrorismo.

Ninguém menos do que Chris Redfield aparece como um de seus principais agentes, algo que, por si só, causou estranheza. O DLC gratuito Not a Hero expande um pouco essa história, mostrando que o próprio herói também está desconfortável com tudo isso, mas ainda assim segue em frente para evitar mais um incidente biológico no interior dos Estados Unidos.

A faceta da Umbrella vista em Resident Evil 7, claro, é bem diferente da empresa tecnológica e com aparência bondosa que vimos na série. Ainda assim, a raiz do pensamento de Dabb e dos outros roteiristas da produção Netflix, com certeza, veio daqui, da mesma forma que, na série de games, esse ainda deve ser um tópico importante para futuras sequências.

Resident Evil 7 está disponível para PC, PlayStation 4 e Xbox One, com versões otimizadas e gratuitas para PS5, Xbox Series X e Xbox Series S.

5. Resident Evil 3

A porção atual de Resident Evil: A Série se passa na cidade de New Raccoon City, que serviria como mais uma demonstração de que a Umbrella, agora, é do bem. Essa junção traz os ares de uma destruição que, na cronologia, aconteceu mais de duas décadas antes, quando um vazamento viral dizimou completamente o município original, transformando em zumbis a maioria de seus habitantes.

Resident Evil 3 coloca o jogador no centro desses eventos e, também, como testemunha ocular dessa destruição. No controle de Jill Valentine, que conheceu os horrores da Umbrella de perto no primeiro jogo da franquia, ela luta para sobreviver enquanto é perseguida por Nemesis, criatura enviada pela própria Umbrella, que tentou aproveitar o caos para se livrar de indivíduos indesejáveis e que sabiam demais, como a protagonista.

O remake do clássico, lançado em 2020, trouxe as bases desse evento, com personagens mais interessantes e gráficos atuais, ainda que muito da história, assim como da qualidade que o consagrou, tenha ficado de fora. Ainda assim, é um bom passeio por Raccoon City, que traz as linhas gerais da desgraça que levou à detonação do lugar.

Resident Evil 3 está disponível para PC, PlayStation 4 e Xbox One, com versões gratuitas e otimizadas para Xbox Series X|S e PS5. Caso possa, jogue também o original, de 1999, lançado originalmente para o primeiro PlayStation e, depois, para GameCube, PC e Dreamcast.

Fonte: Canaltech

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