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5G vai demandar mais antenas e mudanças nas regras das cidades

As empresas privadas e o setor público precisarão trabalhar em conjunto para garantir a inclusão digital no 5G (Getty Image)
As empresas privadas e o setor público precisarão trabalhar em conjunto para garantir a inclusão digital no 5G (Getty Image)
  • O sinal 5G chegou nesta quarta-feira (6) ao Brasil

  • A nova tecnologia propõe desafios para o planejamento urbano

  • Apesar de mais rápido, o sinal tem menor alcance

A quinta geração da internet acaba de chegar oficialmente ao Brasil. Até cem vezes mais rápida do que o 4G, a tecnologia propõe desafios para o planejamento urbano.

Para a difusão do sinal, as empresas privadas e o setor público precisarão trabalhar em conjunto para garantir a inclusão digital. Isso porque, atualmente, quase 40 milhões de pessoas ainda não têm acesso à internet.

Durante a expansão do sinal 5G, o aumento da capacidade e das velocidades de dados dependerá do aumento de implantação de antenas. Como os sinais têm ondas mais curtas, a cobertura de uma área exigirá um número muito maior de estações base. Isso torna mais complexa a implementação de infraestrutura nos municípios.

As redes 5G são mais complexas do que os sinais anteriores com arquiteturas abertas, modelos de virtualização e soluções na nuvem. As novas antenas e o hardware RAN cobrem significativamente menos espaço em comparação com as macrocélulas 4G existentes.

Para a difusão do sinal, as antenas necessárias para são menores do que as usadas para outras redes e têm a dimensão média de uma caixa de sapato, de acordo com a Conexis, associação que representa as operadoras Algar, Claro, Oi, Sercomtel, Tim e Vivo.

Contudo, o esforço deve valor apena. Afinal, a nova rede vai permitir velocidades a partir de 1 gigabit por segundo (Gbps), o equivalente a mil megabits, enquanto o 4G atingia, em média, 13 Mbps. Para além de alta velocidade, a tecnologia também tem baixa latência, o que diminui a demora entre o envio e recebimento de dados.