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5 filmes que merecem continuação tardias como Top Gun: Maverick

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Não que houvesse dúvidas nesse sentido, mas o sucesso estrondoso de Top Gun: Maverick deixou claro o quanto sequências de filmes clássicos funcionam muito bem. O novo longa de Tom Cruise chegou 36 anos depois do original e essa demora toda parece ter aguçado a curiosidade do público e incentivado sua ida ao cinema — o que ajuda a explicar os impressionantes US$ 1,2 bilhão de bilheteria que a produção arrecadou em todo o mundo até agora.

Esse fenômeno da continuação tardia não é exclusividade de Top Gun. Essa é uma tendência que parece estar se tornando cada vez mais comum, como uma forma de resgatar franquias icônicas de forma muito mais certeira. Filmes como Rocky Balboa, Jurassic World e o próprio Star Wars: O Despertar da Força apelam muito mais para o saudosismo trazendo personagens e seus atores já conhecidos de volta do que se arriscando em reboots que podem não dar tão certo — vide o que aconteceu com As Caça-Fantasmas.

E diante do sucesso estrondoso de Maverick, é óbvio que outros filmes clássicos vêm à nossa mente como possíveis projetos que poderiam ganhar uma nova sequência depois de décadas de seu lançamento original — seja por merecerem um novo capítulo ou simplesmente por aproveitarem o bom momento dos revivals.

5. Top Gang

Se Top Gun voltou depois de três décadas, nada melhor do que trazer de volta a sua paródia.

Um dos grandes clássicos da Sessão da Tarde, a franquia Top Gang nasce como uma piada em relação ao filme original de Tom Cruise e que acaba se tornando algo até um pouco maior que isso com o segundo capítulo — e que, por isso mesmo, poderia funcionar muito bem nos tempos atuais.

Até porque as comédias andam em baixa atualmente nos cinemas, sendo relegadas ao streaming, e as próprias paródias caíram num limbo por causa da saturação que Todo Mundo em Pânico causou no mercado. Em outras palavras: é de onde menos se espera é que podemos ter uma boa surpresa.

Assim, um novo Top Gang poderia brincar muito mais com a metalinguagem, tirando o sarro desses revivals e como atores que já deveriam estar aproveitando a aposentadoria estão sendo obrigados a bancarem os astros de ação ou mesmo das propostas que esses filmes oferecem. Esse olhar ácido para o cinema foi o que funcionou tão bem nos longas originais e que fazem falta hoje em dia.

4. Stallone Cobra

Sylvester Stallone foi um dos primeiros atores a perceber o potencial que o saudosismo tem na hora de impulsionar novos capítulos de velhas franquias. Ele fez isso tanto com Rocky quanto com Rambo com relativo sucesso. Então por que não fazer com outro de seus clássicos?

Stallone Cobra é uma das maiores preciosidades da carreira do ator justamente por ser tão cafona quanto um filme de brucutu poderia ser. Ele é repleto de frases de efeito e é todo construído em torno dessa figura do herói boladão que faz as coisas sem levar desaforo para casa e passando por cima de tudo e todos. Ele é um retrato bem caricato dos filmes de ação dos anos 1980.

E como um personagem tão datado assim viveria nos tempos atuais? Uma sequência poderia muito bem trabalhar essa ideia do policial durão que não se encaixa mais no mundo de hoje. Seus métodos são antiquados e violentos e o longa poderia muito bem explorar esse ponto ao mostrar que a violência policial traz consequências muito maiores do que o mal que ele julga combater.

Isso é algo que poderia ser retratado de diferentes maneiras. Seja com alguém querendo replicar esse pensamento de que “antes é que era melhor” e tentando replicar o comportamento de Cobra e se tornando um psicopata que precisa ser parado — e o protagonista entendendo que ele era parte da doença e que nunca foi a cura, como julgava ser — ou mesmo com ele próprio surtando e precisando ser parado, o que também ecoaria com o roteiro do primeiro Rambo.

3. Edward Mãos de Tesoura

O primeiro Edward Mãos de Tesoura é uma ótima fábula sobre o modo como o mundo encara o diferente. Ao mesmo tempo em que o personagem gera curiosidade por todos, também há um temor sobre quem ele é e o que pode fazer. É uma mensagem que diz muito sobre o período em que ele foi lançado, no início dos anos 1990, e que nos faz imaginar como se encaixaria a esses tempos mais radicais que vivemos hoje em todo o mundo.

E o curioso é que o longa ganhou uma continuação em quadrinhos em 2015 e mostra Kim — a personagem vivida no filme por Winona Ryder — contando para sua neta o que ela viveu ao lado daquela figura tão peculiar que simplesmente desapareceu da vida de todos depois de ser acusado de assassinato. A jovem fica encantada por aquilo tudo e decide ir atrás de Edward, encontrando-o isolado e ainda usando suas mãos para fazer arte.

Então uma sequência para os cinemas poderia muito bem adaptar essa trama das HQs, que realmente é muito boa e funciona para discutir assuntos como a depressão. E enquanto o gibi tem como vilã uma mulher mal intencionada que quer usar Edward para ganhar audiência na TV, daria para usar esse retorno do Mãos de Tesouras para mostrar como histórias trágicas do passado se tornaram um novo fetiche, passando a ser exploradas por produtores de conteúdo que passam por cima de qualquer ética para conseguir bons números de visualização.

Assim, Edward seria obrigado a sair de seu exílio não só porque a neta de Kim foi até ele, mas porque a sua história viralizou e o mundo quer saber sobre a “anomalia” que assustou o mundo décadas atrás e ele volta a ser visto só como uma coisa — a mesma razão que o afastou da humanidade.

2. De Volta para o Futuro

Eis uma proposta polêmica. Afinal, quem teria coragem de mexer em uma em uma franquia tão icônica e que se fecha tão bem em seus três filmes. Para muitos, é a trilogia perfeita do cinema e, por isso mesmo, muito pouco se fala em revisitá-la em reboots e sequências. Ao mesmo tempo, dar continuidade a essa história seria uma ótima forma de prestar uma bela homenagem a Michael J. Fox e Christopher Lloyd.

Assim como no caso de Edward Mãos de Tesoura, De Volta para o Futuro também ganhou novas histórias em outros meios — no caso, os videogames. O problema é que é impossível usar os mesmos personagens, principalmente por causa das condições de saúde de Fox. Ao mesmo tempo, é possível usar a lógica da viagem no tempo para reaproveitar os personagens e prestar essa reverência aos atores.

Isso poderia ser feito, por exemplo, com o filho de Marty McFly voltando ao passado e conhecendo o pai ainda adolescente. Daria, inclusive, para espelhar a estrutura do primeiro filme e fazer o novo protagonista tendo que fazer o jovem Marty conhecer tanto Lorraine quanto o Doutor Brown para garantir que a história siga no rumo correto. E tudo isso para, no fim das contas, vermos esse personagem se reaproximando do pai e entender a importância de Marty em sua vida — e de Fox na nossa.

1. Kill Bill

Poucos filmes exigem tanto uma sequência quanto Kill Bill — e menos ainda já têm dentro do seu próprio roteiro o gancho para isso. Afinal, em um filme cuja temática central é a vingança, a história da menina que viu sua mãe ser morta por uma assassina profissional e que recebe dela própria a missão de treinar e se vingar no futuro é um arco fantástico que já está pronto.

Isso tudo acontece logo no começo do primeiro filme, quando a Noiva (Uma Thurman) começa sua caçada aos antigos aliados que a traíram. Assim, a filha de Vernita (Vivica A. Fox) cresceu com essa missão e passou a vida treinando para cumprir seu destino. É o ciclo de violência que Quentin Tarantino adora trabalhar em suas obras e que faz parte da essência de Kill Bill.

Aliás, essa história nem deveria se chamar Kill Bill Vol. 3 uma vez que o Bill já está morto. Contudo, Kill Beatrix é um excelente título e que ajuda a mostrar que estamos falando de uma nova jornada de vingança.

E como a filha de Uma Thurman seguiu a carreira da mãe — estamos falando de Maya Hawke, a Robin de Stranger Things —, ela poderia muito bem viver a filha da Noiva, que cresceu sabendo que alguém um dia viria atrás de vingança e que treinou justamente para protegê-la. Assim, teríamos o confronto dessa nova geração no fim das contas. Como dito, o filme está pronto. É só filmar, Tarantino.

Fonte: Canaltech

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