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49,9 mil estabelecimentos de turismo fecharam as portas na pandemia, aponta CNC

Alessandra Saraiva
·2 minutos de leitura
Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Quase 50 mil estabelecimentos do setor de turismo fecharam as portas em seis meses de pandemia, entre março e agosto, segundo cálculo da Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviços e Turismo (CNC). Foi calculado saldo negativo de 49,9 mil estabelecimentos com vínculos empregatícios, ou seja, diferença entre abertura e fechamentos, no período. Na prática, isso equivale a 16,7% do número de unidades ofertantes de serviços turístico observado antes da pandemia, de acordo com a organização.

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Números da entidade calculam que o setor de turismo tem prejuízo acumulado de R$ 207 bilhões em sete meses, de março a setembro. A confederação calculou que, até o fim do ano, o setor pode perder 42,7 mil estabelecimentos devido à crise gerada pela pandemia.

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No levantamento sobre o tema, a CNC informou que, na economia, o setor de turismo foi um dos mais afetados da economia com o avanço da covid-19 no país a partir de março — quando foram efetuadas restrições de circulação social, como forma de evitar contaminação.

Ao detalhar o cenário negativo do setor, a CNC detalhou que o surto de covid-19 afetou estabelecimentos de todos os portes. Mas entre os que fecharam as portas durante a pandemia, a maioria são micro empresas (-29,2 mil empresas) e pequenas empresas (-19,1 mil empresas).

Além disso, todas as unidades da Federação registraram redução do número de unidades ofertantes de serviços turísticos, com maior incidência em São Paulo (-15,2 mil empresas), Minas Gerais (-5,4 mil empresas), Rio de Janeiro (-4,5 mil empresas) e Paraná (-3,8 mil empresas).

Também todos os segmentos turísticos registraram saldos negativos nos último seis meses, segundo a CNC. Os destaques negativos ficaram com as perdas de empresas nos serviços de alimentação fora do domicílio, como bares e restaurantes (-39,5 mil companhias), e os de hospedagem em hotéis, pousadas e similares (-5,4 mil empresas) e de transporte rodoviário (-1,7 mil empresas).

Um dos aspectos desse fechamento de empresas nesse setor foi a perda de vagas, notou a CNC. A entidade lembrou que os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontam perda de 481,3 mil postos formais de trabalho, no período - e o fechamento de estabelecimentos de turismo pode ter contribuído para isso, afirmou a entidade.

Entretanto, o Diretor da CNC responsável pelo Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da entidade, Alexandre Sampaio destacou que as ações desenvolvidas pelo governo foram essenciais para mitigar os efeitos da pandemia. “Os números poderiam ter sido ainda maiores não fossem as iniciativas do Poder Público", disse.

Mas o especialista admitiu ser grave a crise pelo qual passa o setor, no momento. "O Turismo foi um dos primeiros ramos a sentir os efeitos da recessão e será um dos últimos a se recuperar”, observou ele.

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