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4º Prêmio Canaltech | Como a Vivo confirmou sua força no mercado B2B

Redação
·6 minuto de leitura

A 4ª edição do Prêmio Canaltech teve uma característica em particular: a categoria "Marca mais reconhecida de TI", focada no setor de B2B, serviu para consolidar a força de diversas empresas junto ao público corporativo. Afinal, todos os vencedores da edição do ano passado confirmaram o bi-campeonato nesse ano.

E isso inclui a Vivo, que levou o "caneco" mais uma vez, mais precisamente na modalidade "Telecom". E a operadora mostrou a sua força em um ano especialmente atípico, já que a pandemia da Covid-19 fez com que as empresas adotassem o home office de forma massiva, obrigando as teles a se adaptarem às novas demandas no consumo de dados e voz.

E para explicar como a operadora se destacou no meio corporativo em 2020, o Canaltech conversou com Alex Salgado, vice-presidente B2B da Vivo, que fala um pouco sobre a estratégia da empresa ao longo do ano passado e o que poderemos ver em 2021.

Alex Salgado, vice-presidente B2B da Vivo: aumento de 40% no volume de tráfego em suas redes em 2020 (Foto: divulgação)
Alex Salgado, vice-presidente B2B da Vivo: aumento de 40% no volume de tráfego em suas redes em 2020 (Foto: divulgação)


Confira como foi o papo:

Canaltech - 2020 foi um ano atípico, principalmente por causa da pandemia. Como a Vivo atuou para atender a alta demanda das empresas por conexão constante - e remota - ao longo desse período?

Alex Salgado: Com certeza 2020 foi um ano atípico, marcado pelo enfrentamento da Covid-19. Desde o início da pandemia, não medimos esforços para cuidar da saúde dos nossos 33 mil colaboradores, do atendimento aos nossos 95 milhões clientes e para dar apoio à sociedade. A mesma energia aplicamos na nossa operação, que permitiu que tudo continuasse a andar.

Somos uma empresa que aproxima as pessoas e digitaliza negócios e a pandemia potencializou a essencialidade dos nossos serviços. Conectamos médicos e pacientes, pais e filhos, professores e alunos, artistas e espectadores, empresas e consumidores. Nosso propósito, de Digitalizar para Aproximar – lançado no final de 2019 –, nunca foi tão atual.

Durante o período mais intenso do isolamento social, a Vivo chegou a registrar um aumento de 40% no volume de tráfego em suas redes. Porém, por conta dos elevados índices de investimentos em infraestrutura ao longo dos anos – mais de R$ 400 bilhões nas duas últimas décadas – conseguimos manter a qualidade de conexão, além de inserir à nossa base milhares de novos clientes com internet de ultravelocidade.

Com a necessidade das companhias adotarem uma operação 100% remota, também registramos alta na demanda por soluções digitais como Cloud e Ferramentas de Colaboração, além do aluguel dos equipamentos de microinformática como notebooks e tablets, possibilitando que nossos clientes continuassem operando e com alta produtividade.


CT - 2020 também foi um ano em que houve a aceleração da transformação digital nas empresas. Que produtos da Vivo se destacaram para atender as demandas das organizações pensando nesse processo?

A.S.: Temos mais de 1,5 milhão de clientes corporativos e atuamos, especialmente neste período de maior isolamento social, como parceiro estratégico de negócios e de tecnologia, apoiando a digitalização de organizações de diversos tamanhos e setores em todo o território nacional. Com acelerada da transformação digital das empresas, intensificamos nosso posicionamento e conhecemos a fundo as dores de cada segmento, nos mais diferentes estágios de maturidade digital.

A demanda por conectividade de qualidade teve importante destaque. Em 2020, conectamos mais de 900 mil domicílios com fibra, entre residências e empresas. Reforçamos as vendas de equipamentos e ferramentas de colaboração, facilitando a migração das empresas para o formato remoto, elevamos as vendas de serviços de nuvem e IoT, necessários para a virtualização e automação de diversos negócios, além de apoiar esse processo de digitalização com outros produtos e serviços de TI.


CT - Tecnologias como Big Data, IoT e Cloud passaram a ter uma maior adoção junto às empresas-clientes da Vivo, mesmo as de menor porte? Que tecnologias foram mais buscadas?

A.S.: A mudança repentina de hábitos atingiu organizações de todos os tamanhos, mas as pequenas sofreram mais para se adaptar. Percebemos no início dessa crise que os donos de micro, pequenas e até algumas médias empresas muitas vezes não sabiam por onde começar, pois não contavam com uma infraestrutura de tecnologia nem especialistas para orientá-los.

Tecnologias que antes estavam restritas às grandes empresas passaram a ser adotadas pelas pequenas e médias para que tivessem uma operação digital forte. São soluções mais de segurança, venda online, gerenciamento de arquivos na nuvem, virtualização de redes, ferramentas de colaboração e inteligência de dados.

Para os negócios menores, nos colocamos à disposição para adaptar a linguagem que sempre usamos para conversar com as grandes empresas, que possuem CIOs, CDOs e CTOs, para o dono do petshop, o restaurante que vende almoço pelo aplicativo ou a lavanderia do bairro.

Nosso foco é empacotar as ferramentas de tecnologia em soluções pré-formatadas para resolver a dificuldade de acordo com cada segmento e porte de empresa. Por exemplo, para uma loja que está se adaptando a vender online, dar a conexão à internet junto com um software de gestão, o pacote Office e os computadores para a equipe. Dentro de um consultório médico, obviamente, o suporte será diferente daquele necessário para uma padaria. A mesma lógica se aplica para as empresas que estão nas grandes cidades e as que estão no campo.

Além disso, sabemos que não temos em nosso portfólio todas as soluções do mercado para digitalizar empresas de todos os setores. Foi pensando nisso que encontramos nas parcerias com outras companhias uma oportunidade de digitalizar e alavancar os negócios dos nossos clientes. Dessa forma, lançamos o Vivo Valoriza Empresas, um programa em que os nossos usuários corporativos podem ter acesso a uma série de produtos e serviços essenciais para alavancar qualquer negócio, como: crédito, meios de pagamento, saúde, transporte, logística, compras, RH, bem-estar, educação, pesquisa, contabilidade e muitos outros, com vantagens e benefícios exclusivos.

CT - E para 2021, como se dará a evolução da Vivo para a área corporativa? Você pode adiantar alguma novidade que a empresa prepara para o setor este ano?

A.S.: Tivemos muitos aprendizados, vivendo uma realidade inédita de isolamento e vamos usar essa compreensão para oferecer novos serviços que digitalizem e aproximem pessoas e empresas, pois entendemos que as tendências da transformação digital só vão acelerar.

Há dois caminhos paralelos para percorrermos. O primeiro é avançar na infraestrutura que acompanhe a acelerada digitalização das empresas e sociedade. O segundo é atuar como um hub de serviços digitais, em parceria com outras empresas de tecnologia, elevando nossa proposta de oferta e facilitando o acesso às plataformas digitais mais relevantes e procuradas do mercado.

Estamos mapeando os perfis dos nossos clientes e entendo seu nível de maturidade digital. Com isso, teremos uma poderosa ferramenta em mãos para oferecer a melhor solução para cada necessidade. Somos o parceiro ideal para ser o agente transformador de todo e qualquer negócio. Acreditamos que quando as empresas se digitalizam, elas transformam vidas, e podemos contribuir para acelerar essa transformação.

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Fonte: Canaltech

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