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Pelo menos 380 baleias morrem encalhadas em pior incidente da história da Tasmânia

·2 minutos de leitura
Foto: Brodie Weeding/Pool Photo via AP
Foto: Brodie Weeding/Pool Photo via AP

Ao menos 380 baleias-piloto que estavam encalhadas em uma baía da Tasmânia, sul da Austrália, morreram, mesmo após diversas tentativas de salvamento. De acordo com a agência AFP, as equipes de emergência confirmaram os óbitos nesta quarta-feira (23).

Havia uma estimativa de que 460 cetáceos estavam encalhados no local. Portanto, a maioria não conseguiu sobreviver nas últimas horas.

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"Podemos confirmar que 380 cetáceos morreram", declarou Nic Deka, diretor do Departamento de Parques e Vida Silvestre da Tasmânia, de acordo com a agência.

Visão área do local onde as baleias morreram - Foto: Australian Broadcast Corporation via AP
Visão área do local onde as baleias morreram - Foto: Australian Broadcast Corporation via AP

"Quase 30 continuam vivos e a boa notícia é que conseguimos salvar 50", completou. "É muito cansativo, física e emocionalmente", relatou Deka.

270 baleias-piloto foram encontradas encalhadas no local na última segunda-feira (21). A partir daí, equipes de resgate trabalharam para tentar salvar os mamíferos de um banco de areia que só permitia acesso via barco.

Outro grupo, de quase 200 baleias mortas, foi localizado nesta quarta-feira graças a um voo de reconhecimento.

Segundo a AFP, o número alto de óbitos configura o pior incidente do tipo registrado na Tasmânia, um estado insular da costa sul australiana.

Uma equipe de 60 conservacionistas, voluntários e trabalhadores de unidades de pisciculturas locais integram a equipe de resgate dos cetáceos ainda vivos, que estão parcialmente submersos.

"Estão concentrados no trabalho, um trabalho exaustivo, alguns estão submersos nas águas frias até o torso. Tentamos estabelecer turnos entre as equipes", explicou Deka.

A área de busca foi ampliada para descobrir se existem mais cetáceos encalhados na região. Alguns animais resgatados na terça-feira (22) já estão em segurança.

"A boa notícia é que a maioria das baleias resgatadas ainda está em águas profundas e nadando. Não ficaram presas", declarou Deka.

De acordo com a AFP, as causas do fenômeno permanecem desconhecidas e nem os cientistas que estudam as baleias há décadas conseguiram elucidar a questão até o momento.