Mercado fechará em 1 h 49 min
  • BOVESPA

    108.501,97
    +2.205,79 (+2,08%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.829,86
    -59,80 (-0,12%)
     
  • PETROLEO CRU

    83,65
    -0,11 (-0,13%)
     
  • OURO

    1.808,50
    +12,20 (+0,68%)
     
  • BTC-USD

    63.455,52
    +3.119,34 (+5,17%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.517,14
    +1.274,46 (+525,16%)
     
  • S&P500

    4.569,97
    +25,07 (+0,55%)
     
  • DOW JONES

    35.771,84
    +94,82 (+0,27%)
     
  • FTSE

    7.222,82
    +18,27 (+0,25%)
     
  • HANG SENG

    26.132,03
    +5,10 (+0,02%)
     
  • NIKKEI

    28.600,41
    -204,44 (-0,71%)
     
  • NASDAQ

    15.499,25
    +158,25 (+1,03%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4595
    -0,1213 (-1,84%)
     

30 milhões de brasileiros recebem até um salário mínimo, diz estudo

·1 minuto de leitura
Em novo recorde, o Brasil tem 30,2 milhões de pessoas sobrevivendo com até um salário mínimo. Foto: Getty Images.
Em novo recorde, o Brasil tem 30,2 milhões de pessoas sobrevivendo com até um salário mínimo. Foto: Getty Images.
  • Estudo mostra que 30,2 milhões de brasileiros sobrevivem com até R$ 1.100,00;

  • Comparado ao total de empregados, apenas 34% recebe até um salário mínimo;

  • Desse valor total, 20 milhões são negros.

Segundo informações do estudo feito pela consultoria IDados, em cima dos indicadores da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), o Brasil tem o novo recorde de 30,2 milhões de pessoas sobrevivendo com até um salário mínimo.

De acordo com Bruno Ottoni, pesquisador do IDados e responsável pelo levantamento, o mercado de trabalho que as pessoas encontraram após começo de pandemia é diferente, pois é um ambiente no qual muitas empresas quebraram. Dessa forma, grande parcela das opções de trabalho não existe mais.

Leia também:

Como resultado, parte considerável de pessoas entra no mercado de trabalho por conta própria ou informalmente. Essa gente acaba por ter um rendimento abaixo daqueles que trabalham com carteira assinada.

Comparando ao total de pessoas empregadas, a parcela de trabalhadores com até R$ 1.100 é de 34,4%, ou seja, o maior número desde 2012.

Outros problemas enfrentados pelos brasileiros são a alta de alimentos, combustível e energia elétrica. Em 12 meses acumulados, a inflação está chegando próxima a 10%. 

Em comparação, no terceiro semestre de 2020, no auge da pandemia, 17,6 milhões de pessoas tinham até um salário mínimo.

Ainda de acordo com o estudo do IDados, no qual a desigualdade social é evidente, demonstra-se que 20 milhões, dos 30,2 milhões que ganham até R$1.100, são negros. 

Pouco menos da metade dos negros empregados recebem até um salário mínimo.

As informações são do iG.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos