Mercado fechado
  • BOVESPA

    107.664,35
    -786,85 (-0,73%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.102,55
    -339,66 (-0,75%)
     
  • PETROLEO CRU

    81,46
    +0,23 (+0,28%)
     
  • OURO

    1.671,60
    +3,00 (+0,18%)
     
  • BTC-USD

    19.484,45
    -73,19 (-0,37%)
     
  • CMC Crypto 200

    445,06
    -0,92 (-0,21%)
     
  • S&P500

    3.640,47
    -78,57 (-2,11%)
     
  • DOW JONES

    29.225,61
    -458,13 (-1,54%)
     
  • FTSE

    6.881,59
    -123,80 (-1,77%)
     
  • HANG SENG

    17.165,93
    +0,06 (+0,00%)
     
  • NIKKEI

    26.060,83
    -361,22 (-1,37%)
     
  • NASDAQ

    11.238,25
    +10,00 (+0,09%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,3059
    +0,0079 (+0,15%)
     

30% das famílias enfrentam algum risco de insegurança alimentar

A insegurança alimentar dobrou nas famílias com crianças menores de 10 anos (Getty Image)
A insegurança alimentar dobrou nas famílias com crianças menores de 10 anos (Getty Image)
  • 125,2 milhões de pessoas estão em situação insegurança alimentar

  • Norte e Nordeste são as regiões mais afetadas pela fome

  • Alagoas é o local que registrou mais casos de insuficiência

Fome continua sendo uma das principais preocupações do Brasil após quase quatro anos de gestão de Jair Bolsonaro. Ao final do governo do atual presidente, 125,2 milhões de brasileiros estão em situação insegurança alimentar.

Na prática, os dados do estudo da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar (PENSSAN), divulgado nesta quarta-feira (14), apontam que três a cada quatro famílias não têm alimentos suficientes na dispensa de casa.

Estados mais atingidos pela fome

As Norte e Nordeste são as regiões mais afetadas pela alimentação insuficiente. Alagoas é o local que registrou mais casos de insegurança, chegando a 36,7% das famílias pesquisadas. Já o Amapá fica em segundo lugar com 32% dos domicílios nessa situação, seguido de Pará e Sergipe, ambos com 30% da população atingida.

Subiu o número de crianças sem acesso à alimentação adequada

A pesquisa aponta que a fome dobrou nas famílias com crianças menores de 10 anos. Em 2020, o percentual era de 9,4%. Agora, subiu para 18,1% em 2022. Na presença de três ou mais pessoas com até 18 anos de idade no grupo familiar, a fome atinge 25,7% das composições familiares. Nos domicílios apenas com moradores adultos, a segurança alimentar chegou a 47,4%.

A Insegurança alimentar é caracterizada pela preocupação ou incerteza em relação ao acesso aos alimentos no futuro, assim como a qualidade inadequada dos alimentos resultante de estratégias que visam não comprometer a quantidade.

Em longo prazo, a falta de uma nutrição adequada pode provocar consequências severas para o corpo humano. É por isso que acesso a comida é um dos principais direitos humanos.