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Para evitar crises, 29 fábricas de semicondutores devem ser abertas até 2023

Crise dos semicondutores afetou diversos setores industriais nos últimos anos
Crise dos semicondutores afetou diversos setores industriais nos últimos anos
  • Crise dos semicondutores afetou diversos setores industriais nos últimos anos;

  • Brasil poderá contar com fábrica própria graças a parceria entre governo e iniciativa privada;

  • No ano passado 14 plantas de produção automotivas tiveram de paralisar devido a falta do item.

Por conta da nossa dependência tecnológica em semicondutores, a sua escassez vem afetando as cadeias produtivas ao redor do mundo. Para remediar isso, 29 novas fábricas do item devem abrir até o final de 2023, segundo Márcio de Lima Leite, presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).

Só no ano passado cerca de 14 das 59 fábricas automotivas brasileiras passaram por paralisações por conta da falta do produto, atrasando a produção e aumentando o preço dos carros. Neste ano, empresas como a Volkswagen e a Mercedes-Benz tiveram de oferecer férias coletivas a seus empregados como forma de desacelerar a produção por conta da falta de semicondutores.

Esses produtos são utilizados em quase todo tipo de produtos ao nosso redor, desde eletrônicos como celulares, computadores e televisões, a eletrodomésticos como máquinas de lavar, ar-condicionados e lâmpadas de LED, até mesmo nos automóveis, que utilizam os chips nos sistemas de airbag, injeção eletrônica e freios ABS.

Brasil poderá contar com fábrica própria

Segundo Leite, um dos principais motivos para a abertura das fábricas é ficar menos dependente da produção asiática desses produtos. "A falta desses semicondutores fez com que cada país repensasse a produção local. As novas fábricas não estão concentradas numa só região", disse.

Uma das regiões onde se pretende instalar uma fábrica de semicondutores é no Brasil. De acordo com o executivo, já há conversas entre o governo, a iniciativa privada, universidades e associações como a Anfavea para investir cerca de US$ 2 bilhões (R$ 10.2 bilhões) na abertura de uma planta de produção local, voltada para o setor automotivo.

"O Brasil tem fábricas de semicondutores, mas não para o setor automotivo. Nos estudos que estão sendo conduzidos, o investimento que está em discussão fica em torno de US$ 2 bilhões. É um montante expressivo, mesmo quando comparado com outras fábricas no mundo", afirmou Leite.

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