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20% das espécies de répteis estão em risco de extinção, alerta estudo

Mais de 20% das espécies de répteis estão em risco de extinção, de acordo com um estudo publicado na revista científica Nature. Para chegar à descoberta, os pesquisadores avaliaram 10.196 espécies. Mais da metade das tartarugas e crocodilos pode ser extinta.

Os cientistas do International Union for Conservation of Nature (IUCN) descobriram que pelo menos 1.829 espécies de répteis se encontram em perigo de extinção. A ideia do estudo é alertar sobre a necessidade de investimentos concentrados em reverter a crise de biodiversidade.

No caso dos crocodilos, 58% das espécies estão sob risco de extinção. Enquanto isso, 50% das espécies de tartarugas podem deixar de existir. Os cientistas também ressaltam o risco muito próximo de extinção da cobra-real.

Os répteis ameaçados foram encontrados em grande parte concentrados no sudeste da Ásia, África Ocidental, norte de Madagascar, norte dos Andes e Caribe. No entanto, quando restritos a habitats áridos, como desertos, pastagens e savanas, eles ficam menos ameaçados, em comparação com as espécies que habitam as florestas.

Muitas espécies de crocodilos e tartarugas estão sob risco próximo de extinção (Imagem: mattcuda/envato)
Muitas espécies de crocodilos e tartarugas estão sob risco próximo de extinção (Imagem: mattcuda/envato)

Conforme descrevem os autores, a agricultura, a extração de madeira, as espécies invasoras e o desenvolvimento urbano estão entre as ameaças aos répteis. No entanto, os seres humanos também têm sua parcela de culpa, uma vez que os atacam para o comércio de animais de estimação, matam para consumir sua carne ou mesmo por medo.

Os cientistas ainda descobriram que a mudança climática representa uma ameaça direta para cerca de 10% das espécies de répteis, e que a conservação voltada para mamíferos, aves e anfíbios beneficiou os répteis até certo ponto. Ainda assim, o estudo destaca a necessidade de conservação urgente específica para algumas espécies. No início do ano, um artigo apontou que a extinção social é um destino ainda mais cruel às espécies.

Fonte: Canaltech

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