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16 pessoas são presas por comércio ilegal de criptomoedas

Moedas de Bitcoin sobre bandeira da Coréia do Sul.
Moedas de Bitcoin sobre bandeira da Coréia do Sul.

Na última terça-feira (30), 16 pessoas foram detidas na Coreia do Sul sob acusações de envolvimento com transações ilegais de criptomoedas. O montante movido ultrapassa 2,7 trilhões de won, equivalentes a mais de R$ 10 bilhões.

Segundo a mídia local, duas pessoas serão processadas, outras sete receberão multas e as sete restantes continuarão sob investigação. Nenhum dos acusados teve seu nome revelado pela fonte.

Ainda neste mês, a Coreia do Sul fechou o cerco para corretoras de criptomoedas que atuam no país sem um escritório formal no mesmo. Sendo assim, o país asiático promete rigidez regulatória como a dos EUA.

Violação de lei cambial

Com as criptomoedas mais caras na Coreia do Sul do que em outros países, alguns acusados chegaram a arrecadar fundos de terceiros para importar criptomoedas para vendê-las por um preço maior e, por fim, obter lucro com tais transações.

Entretanto, tal prática vai contra uma lei cambial da Coreia do Sul, chamada FETA, já os mesmos não possuíam permissão para realizar este tipo de operação financeira. Um dos acusados teria criado diversas empresas fantasmas no nome de terceiros, tentando ocultar o fluxo de dinheiro.

“O Sr. A é suspeito de ter estabelecido várias empresas fantasmas na Coréia sob o nome de um conhecido de abril do ano passado a março deste ano e, em seguida, transferir moeda estrangeira para o exterior por meio de um banco […] enganando-os como se eles estavam importando cosméticos.”

Desde fevereiro deste ano, eles teriam importado mais de 2,7 trilhões de won em criptomoedas para seu país, valor que ultrapassa os R$ 10 bilhões em conversão direta, apontam as investigações.

Sendo assim, as autoridades sul-coreanas prenderam 16 pessoas, a maioria delas com mais de 40 anos. Duas delas serão processadas, sete foram multadas por neglicencia e as outras sete restantes continuarão sendo investigadas.

Coreia do Sul fecha o cerco contra corretoras de criptomoedas

Em setembro do ano passado, boa parte do criptomercado sul-coreano já havia sentido as decisões do órgão regulatório do país, precisando se adequar com os novos requerimentos ou então encerrar as suas atividades.

Já neste mês de agosto, a pressão continuou e até mesmo nomes gigantes da indústria foram afetados. No comunicado, a Coreia do Sul citou que poderia banir 16 corretoras, incluindo Kucoin e Poloniex, conforme estas não possuem escritórios físicos no país.

Por fim, seu foco regulatório se parece bastante com o americano, onde exchanges como Binance precisaram criar subsidiárias locais para atender a um determinado mercado enquanto obedecem às leis locais. A prisão das 16 pessoas acima apenas reforça a sua atitude defensiva.

Fonte: Livecoins