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12 jogadores que brilharam no Eurocopa antes de sumirem

·6 minuto de leitura

A Eurocopa é uma das maiores competições de seleções do mundo, o qual muitas vezes permite que os jogadores se revelem aos olhos do futebol mundial. Porém, na história moderna, há vários exemplos de atletas que se destacaram no torneio e depois se afundaram em algum clube. Confira abaixo 12 futebolistas que brilharam na Euro antes de desaparecem do mapa.

12. Birkir Bjarnason (Islândia)

Birkir Bjarnason foi bem com a camisa da Islândia na última Eurocopa. | Matthew Ashton - AMA/Getty Images
Birkir Bjarnason foi bem com a camisa da Islândia na última Eurocopa. | Matthew Ashton - AMA/Getty Images

Embora tenha sido goleada pela França nas quartas de final da Euro 2016, a Islândia fez uma baita campanha naquela edição do torneio. Com um bom elenco, nomes de destaque, como Gilfi Sigurdsson e Birkir Bjarnason, e uma surpresa: Birkir Bjarnason.

Pouco conhecido no mundo da bola, o meio-campista fez uma baita Euro e logo saltou do modesto Basel para o Aston Villa. Lá, porém, ele não decolou e foi negociado com o Al-Arabi, do Qatar. Já no começo do ano passado, o medalhão fechou com o Brescia.

11. Orlando Engelaar (Holanda)

Orlando Engelaar fez uma ótima Euro em 2008. | Shaun Botterill/Getty Images
Orlando Engelaar fez uma ótima Euro em 2008. | Shaun Botterill/Getty Images

O meio-campista Orlando Engelaar trocou de posição – saiu do ataque para o meio de campo –, se adaptou bem e conseguiu uma passagem junto à Holanda para a Euro 2008. E foi bem. Com boa intensidade e qualidade no passe, ele se destacou e conseguiu dar um bom salto na carreira: trocou o FC Twente pelo Schalke 04.

Já na Alemanha, o meio-campista colecionou algumas boas atuações, mas nada perto do que foi projetado na Euro. Ele se aposentou em 2015.

10. Michael Krohn-Dehli (Dinamarca)

A Eurocopa acreditou em Michael Krohn-Dehli. | JONATHAN NACKSTRAND/Getty Images
A Eurocopa acreditou em Michael Krohn-Dehli. | JONATHAN NACKSTRAND/Getty Images

A Dinamarca não conseguiu avançar na Euro 2012, mas conseguiu deixar uma boa impressão no complicado ‘grupo da morte’, o qual contava com Alemanha, Portugal e Holanda. Porém, mesmo num período curto, Krohn-Dehli encantou o Velho Continente.

Aplicado e experiente, o destaque dinamarquês fez uma boa Euro e conseguiu trocar o Bröndby IF pelo Celta de Vigo, onde conseguiu chamar atenção do Sevilla. No mais, o rodado meio-campista não foi muito longe.

9. Giourkas Seitaridis (Grécia)

Seitaridis se destacou com a Grécia no começo do século. | ARIS MESSINIS/Getty Images
Seitaridis se destacou com a Grécia no começo do século. | ARIS MESSINIS/Getty Images

A Grécia impressionou o mundo e conquistou a Eurocopa em 2004. E Seitaridis se lançou aos olhos do futebol internacional. Com boa qualidade e intensidade, o lateral-direito deixou os tempos no Panathinaikos para trás e assinou com o Porto, onde, apesar do ‘hype’, estagnou.

Após um período em Portugal, o grego foi para a Rússia. E depois recebeu uma oportunidade de ouro no Atlético de Madrid, onde mais uma vez não conseguiu dar o salto esperado. Ele acabou voltando para a Grécia e se aposentando no Panathinaikos.

8. Adam Nagy (Hungria)

Adam Nagy nunca deixou de ser uma promessa. | Quality Sport Images/Getty Images
Adam Nagy nunca deixou de ser uma promessa. | Quality Sport Images/Getty Images

A Hungria vendeu Adam Nagy muito bem antes da Euro 2016. E o meio-campista alcançou às expectativas, tendo feito um bom campeonato e despontado muito bem. À vontade com a bola, o meia foi cotado em vários clubes da Europa, incluindo no Olympique de Marseille.

Porém, na prática, o meia não confirmou as promessas e acabou saindo de seu país para o Bologna. Sem muito encanto, ele atua no Bristol City na atualidade.

7. Hal Robson-Kanu (País de Gales)

Hal Robson-Kanu não conseguiu dar o salto esperado após a Euro 2016. | Matthew Ashton - AMA/Getty Images
Hal Robson-Kanu não conseguiu dar o salto esperado após a Euro 2016. | Matthew Ashton - AMA/Getty Images

O País de Gales fez uma baita Euro em 2016. Com Gareth Bale e Robson-Kanu no ataque, o esquadrão só parou na semifinal, quando foi superado por Portugal. E Robson foi um dos que chamaram a atenção. Inspirado, o goleador foi bem avaliado no torneio e cotado para explodir na sequência da carreira.

Após a Euro, porém, o atacante continuou passando por clubes menores na Inglaterra, onde construiu toda a sua carreira. Aos 32 anos, ele atua no West Brom.

6. Alan Dzagoev (Rússia)

Alan Dzagoev parou na Euro 2012? | Matthew Ashton - AMA/Getty Images
Alan Dzagoev parou na Euro 2012? | Matthew Ashton - AMA/Getty Images

Com muita facilidade para driblar e provocar os adversários, Alan Dzagoev, da Rússia, impressionou o mundo durante a Eurocopa 2012. O meio-campista participou apenas da fase de grupos, mas já foi o suficiente para mostrar o seu potencial e o seu faro de gol (3 tentos).

Depois, mesmo em bom nível na seleção, Alan não conseguiu avançar na carreira e permaneceu no CSKA Mosco, onde joga desde 2008.

5. Eder (Portugal)

Com gol de Eder, Portugal foi campeão da última Eurocopa. | Alex Livesey/Getty Images
Com gol de Eder, Portugal foi campeão da última Eurocopa. | Alex Livesey/Getty Images

A França não gosta de Eder. Carrasco dos Bleus na Euro 2016, marcando o gol que garantiu o título para Portugal, o centroavante foi muito bem avaliado naquela temporada e até foi ventilado em equipes de maior expressão na Europa, mas isso nunca aconteceu.

Após a Eurocopa, o atacante fechou com o Lille e “parou no tempo”. Sem maiores encantos, ele passou a ser emprestado e hoje atua no Lokomotiv Moscou, da Rússia.

4. Henrik Larsen (Dinamarca)

Henrik Larsen nasceu para vestir o manto da Dinamarca. E só. | Shaun Botterill/Getty Images
Henrik Larsen nasceu para vestir o manto da Dinamarca. E só. | Shaun Botterill/Getty Images

Henrik Larsen – não confunda com Henrik Larsson – foi um dos maiores destaques da Euro 1992. Voando com a Dinamarca, o atacante foi o artilheiro e uma das grandes figuras da competição, o que o colocou no radar do futebol mundial.

Mas, fora esse momento de alta, o agora ex-atacante não conseguiu muito sucesso no futebol, sobretudo em clubes. Ao longo de sua carreira, ele atuou em pequenas equipes de seu país, da Itália, da Inglaterra e da Alemanha, mas nada muito chamativo.

3. Angelos Charisteas (Grécia)

Angelos Charisteas é uma lenda na Grécia. | Milos Bicanski/Getty Images
Angelos Charisteas é uma lenda na Grécia. | Milos Bicanski/Getty Images

Angelos Charisteas impactou o mundo na Euro 2004. Artilheiro, o centroavante foi determinante para a Grécia conquistar o maior título de sua história, o que o tornou uma lenda por lá. Ele, porém, não conseguiu manter o ritmo e, apesar dos bons momentos no Werder Bremen e no Ajax, não alcançou o nível projetado no começo dos anos 2000.

2. Milan Baroš (República Tcheca)

Milan Baroš fez uma baita Euro em 2004. | Boris Streubel/Getty Images
Milan Baroš fez uma baita Euro em 2004. | Boris Streubel/Getty Images

Milan Baros mostrou ter muito talento e poder de decisão na Euro 2004, numa época em que figurava em grandes clubes, como Liverpool e Olympique de Marseille. Voando com a camisa da República Tcheca, o atacante foi apontado como ‘craque’, o que nunca se confirmou. Uma decepção para muitos que acreditavam em seu futebol.

1. Andrey Arshavin (Rússia)

Quem não lembra de Andrey Arshavin? | Alex Livesey/Getty Images
Quem não lembra de Andrey Arshavin? | Alex Livesey/Getty Images

Arshavin fez uma Eurocopa espetacular em 2008. Com três gols, inúmeros dribles e muita facilidade de lidar com a bola, o meia-atacante conseguiu chamar atenção de grandes clubes do planeta – Chelsea, Barcelona etc. – e foi parar no Arsenal de Arsène Wenger.

Apesar da troca da Rússia pela Inglaterra, o craque russo nunca alcançou o nível esperado, o que fica claro quando se observado que ele terminou a carreira atuando no Cazaquistão.

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