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10 startups brasileiras que chamaram a atenção do Facebook

Estação Hack, em São Paulo. Foto: Divulgação/Facebook.

Estação Hack é o nome de uma escola de programação e aceleradora de startups aberta em 2017 no Brasil pelo Facebook. Por ano, a empresa 4.200 bolsas para as aulas de programação, além de 3.200 bolsas para micro e pequenos empreendedores em São Paulo.

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Nesta semana, o Facebook divulgou quais são as novas empresas brasileiras contempladas pela quarta turma do programa de aceleração da Estação Hack. Por seis meses, dez startups brasileiras ficarão alocadas no centro de inovação recebendo apoio e mentoria para alavancar seus negócios.

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Conheça as dez startups brasileiras que mais chamaram a atenção do Facebook.

Bynd

Esta empresa desenvolveu um aplicativo de caronas compartilhadas. Com ele, colegas de trabalho podem dividir uma carona, combinando horários, trajetos e rotinas semelhantes. Os usuários também acumulam pontos que podem ser trocados por benefícios em plataformas parceiras da startup.

Cidades.co

O objetivo da Cidades.co é reunir pessoas interessadas em melhorar as cidades onde vivem. Por meio de três plataformas principais, a Praças.co, Ruas.co e Parques.co, qualquer cidadão ou empresa pode receber orientação e todas as ferramentas necessárias para tocar um projeto comunitário, como, por exemplo, reunir recursos e pessoas para revitalizar uma praça pública.

Clube da Preta

O Clube da Preta se define como o "primeiro clube de assinaturas de moda afro do Brasil". A empresa vende, por assinatura, uma caixa com até cinco itens produzidos por afroempreendedores, todas personalizadas levando em conta o perfil do cliente.

daleGig

Voltada a músicos, a plataforma digital do daleGig permite que artistas montem e preparem suas turnês com todas as informações, contatos e fornecedores necessários para entrarem em contato com produtores musicais de pequeno e médio porte pelo Brasil.

duLocal

A plataforma desta startup conecta pequenos produtores a cozinheiras de periferias. Estas passam por um treinamento para montarem marmitas utilizando os alimentos orgânicos dos pequenos produtores, que são, então, vendidas para o consumidor final.

Eu Vô

Com este nome curioso, o Eu Vô é uma espécie de "Uber da terceira idade". Trata-se de um serviço de transporte privado destinado a idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Tudo por meio de uma plataforma na web que conecta passageiros a motoristas para viagens pré-agendadas.

Mundo4D

O objetivo da Mundo4D é levar inovação ao ensino básico. A empresa aplica sistemas modernos de ensino em salas de aula utilizando ferramentas de alta tecnologia, incluindo robôs que ajudam a desenvolver diversas habilidades das crianças.

SaveLivez

Esta startup aplica conceitos de ciência de dados para conseguir doadores de sangue para bancos de sangue e hospitais. Cruzando volumes imensos de dados (especialidade do Facebook) processados por softwares e algoritmos de inteligência artificial, a SaveLivez consegue prever demandas de determinados tipos de sangue e como encontrar doadores potenciais.

SisterWave

Conhecida como o "Airbnb para mulheres", o SisterWave conecta mulheres procurando hospedagem a outras oferecendo imóveis para aluguel por curtos períodos. A ideia é garantir mais segurança para mulheres viajando sozinhas pelo país.

Tella

Voltado a pequenos empreendedores, o Tella é um aplicativo que substitui o velho caderninho em que vendedores de guloseimas autônomos anotam vendas, dívidas e outras informações financeiras. O app permite manter controle de vendas e registros de quem comprou e ainda não pagou, e até emitir recibos que podem ser compartilhados pelo WhatsApp.