Mercado fechado
  • BOVESPA

    116.230,12
    +95,66 (+0,08%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    46.046,58
    +616,83 (+1,36%)
     
  • PETROLEO CRU

    86,33
    +2,70 (+3,23%)
     
  • OURO

    1.734,40
    +32,40 (+1,90%)
     
  • BTC-USD

    20.316,28
    +779,22 (+3,99%)
     
  • CMC Crypto 200

    460,44
    +15,01 (+3,37%)
     
  • S&P500

    3.790,93
    +112,50 (+3,06%)
     
  • DOW JONES

    30.316,32
    +825,43 (+2,80%)
     
  • FTSE

    7.086,46
    +177,70 (+2,57%)
     
  • HANG SENG

    17.079,51
    -143,32 (-0,83%)
     
  • NIKKEI

    26.992,21
    +776,42 (+2,96%)
     
  • NASDAQ

    11.647,50
    +361,75 (+3,21%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,1663
    +0,0924 (+1,82%)
     

10 melhores animes baseados em jogos

A estreia de Cyberpunk: Mercenários na Netflix trouxe à tona a relação quase umbilical que jogos e animes sempre tiveram. E não apenas pela forte base que as duas mídias têm com o Japão, mas pelo simples fato de não serem poucas as vezes em que esses formatos andaram lado a lado.

É o caso da nova animação, que expande o universo do game Cyberpunk 2077, apresentando novos personagens e mostrando um lado que não é tão explorado nos videogames. E são vários os animes que seguem por esse mesmo caminho.

Na verdade, essa relação entre jogos e animes é bem versátil. Há aquelas adaptações que são literalmente uma transposição do game para as telas, como acontece com a série Persona ou com a recente The World Ends With You. Só que mais interessante ainda é quando vemos o desenho pegar personagens, mundos ou mesmo conceitos mais amplos e irem além.

E o lado bom é que existe uma enorme variedade de títulos que fazem isso, englobando diferentes gêneros. Assim, seja lá o que você joga ou o que gosta de assistir, com certeza vai encontrar algo que seja a sua cara nesta lista dos melhores animes baseados em jogos.

10. Pokémon

Não podemos abrir nossa lista sem citar um dos animes mais famosos e longevos do mundo e um dos grandes responsáveis por estabelecer essa relação entre games e animações. Pokémon é a prova do quanto essa parceria pode dar certo e ser lucrativa — ainda mais quando você tem uma infinidade de personagens que podem virar bonecos.

O curioso é que, depois de tanto tempo presente em nosso imaginário, já há toda uma geração que não sabe que Pokémon nasceu nos jogos para, apenas depois, virar anime. A ideia da Nintendo foi lançar uma animação para ajudar a promover os games, principalmente fora fo Japão.

E a coisa deu tão certo que a franquia se tornou um colosso. O sucesso foi enorme, a ponto de Pikachu e companhia se tornarem fenômenos culturais que, quase 30 anos depois, seguem relevantes — e Ash ainda tenta ser um Mestre Pokémon.

Pokémon está disponível na Netflix.

9. Digimon Adventure

Com o sucesso de Pokémon, era óbvio que outros jogos que também tinham bichinhos vieram na cola para tentar surfar na poké-mania. É o caso de Digimon, que foi visto por muito tempo como a “cópia” mais famosa dos monstrinhos da Nintendo.

Essa é uma afirmação um tanto quanto contestável, pois há toda uma discussão sobre quem veio antes, já que os Digimon são derivações dos velhos bichinhos virtuais que antecedem Pikachu e companhia. Contudo, a transformação disso nos monstros digitais realmente veio na sequência de Pokémon.

E, ao contrário do seu primo mais famoso, Digimon nunca tentou se apegar a uma única e longa história sendo contada ao longo dos anos. A estratégia aqui foi lançar várias versões que vão apresentando novos personagens, tramas e criaturas. Ainda assim, a temporada mais clássica é a primeira, seja por ter apresentado todo esse universo ao público ou por ter sido imortalizada por uma música-chiclete da Angélica.

Digimon Adventure está disponível no Globoplay. Mais recentemente, o anime ganhou um reboot, que está disponível no Crunchyroll.

8. Sonic X

Outro ícone dos jogos que se aventurou no mundo dos animes é o bom e velho Sonic. Na verdade, o ouriço azul ganhou várias adaptações em animação, incluindo algumas bem recentes em computação gráfica. Contudo, é em Sonic X que o estilo oriental está mais presente.

Lançado no início dos anos 2000, o anime leva Sonic e seus amigos para o mundo dos humanos e o herói faz amizade com um adolescente japonês, que passa a ajudá-lo na luta contra o Dr. Robotnik. E apesar de todas as liberdades criativas, o desenho conseguiu reproduzir vários arcos introduzidos nos games, como a origem de Shadow — o que deve ser aproveitado também no cinema em breve.

Sonic X está disponível na Netflix e no Prime Video.

7. Dota: Dragon’s Blood

A Netflix viu que existe um enorme interesse na adaptação de games famosos e não demorou para que passasse a caçar franquias que pudessem gerar boas histórias — e Dota: Dragon’s Blood é fruto disso.

O anime se aproveita do universo medieval fantástico da série para contar a história de um cavaleiro que precisa dominar o poder de um lendário dragão e derrotar um demônio que ameaça a humanidade. Uma aventura clássica, mas que funciona bastante graças à riqueza de elementos presentes em Dota.

Dota: Dragon’s Blood está disponível na Netflix.

6. Dragon’s Dogma

Outra história de cavaleiro, dragões e poderes ocultos, Dragon’s Dogma é fruto de uma parceria entre a Netflix e a Capcom para tentar renovar o interesse do público no game, que não foi um grande sucesso quando foi lançado e ganhou os holofotes mais uma vez recentemente ao ter tido sua sequência anunciada.

E o anime é uma ótima forma de conhecer um pouco da franquia — até porque ela tem algumas reviravoltas bem curiosas. A história começa quando o herói é morto por um dragão e, de alguma forma, volta à vida graças a poderes mágicos que vão além de sua compreensão. Com isso, ele retorna com a missão de destruir o monstro que acabou com sua vida.

Dragon’s Dogma está disponível na Netflix.

5. Tekken: Bloodline

Ao lado de Street Fighter, Tekken é uma das franquias de jogos mais famosas dos videogames e até demorou para que o clássico da Bandai Namco ganhasse um anime de respeito. O recente Tekken: Bloodline faz um ótimo trabalho em resumir a confusa cronologia da saga e foca sua atenção tanto na trama de vingança da família Mishima e na galeria bastante icônica de personagens.

A temporada é centrada em Jin, um jovem que perde sua família após o ataque de um estranho monstro que está em busca do poder que ele esconde dentro de si. Em busca de vingança, o rapaz procura seu avô, o lendário Heihachi. O problema é que o velho esconde alguns segredos bastante demoníacos que vão colocar em xeque não só o futuro da família, mas do próprio mundo.

Tekken: Bloodline está disponível na Netflix.

4. Street Fighter II: Victory

Street Fighter é sinônimo de jogos de luta e um dos grandes ícones dos videogames — então era óbvio que os animes iriam querer aproveitar esse sucesso e levar a história de Ryu e Ken também para as telas.

Das várias adaptações que a série recebeu, Street Fighter II: Victory é uma das mais lembradas e amadas pelo público. Apesar de trazer um visual bem diferente daquele que os jogos apresentaram — Ryu nem sequer usa a faixa vermelha na cabeça —, a ideia de contar a origem dos personagens funcionou muito bem e ajudou a construir a mitologia em torno da série. E isso foi crucial, ainda mais levando em conta que a cronologia dos games é um caos.

O anime chegou a ser exibido no Brasil em meados dos anos 1990, quando Street Fighter II era um fenômeno nos fliperamas, o que ajudou Victory a se tornar um sucesso ainda maior. Se você tem mais de 30 anos, com certeza fez o movimento dos braços para tentar canalizar um Hadouken.

Street Fighter II: Victory está disponível no Prime Video.

3. Devil May Cry

A Capcom é um dos estúdios que mais abraçou os animes como forma de expandir a popularidade dos seus games. Além de Street Fighter e Dragon’s Dogma, a produtora também investiu na criação de uma animação focada no clássico Devil May Cry.

Lançado em 2007, o desenho focava em um lado mais desbocado do herói Dante e muito mais centrado na personalidade que ele apresenta no terceiro game da franquia. E embora não tenha conseguido replicar o sucesso dos jogos, a adaptação conseguiu trabalhar bem a história do caçador de demônios que é filho de um dos reis do inferno — e como essa herança maldita faz dele um alvo de tudo o que há de ruim no mundo.

Devil May Cry está disponível no Prime Video.

2. Dragon Quest: As Aventuras de Dai

Quando o Brasil viu a invasão dos animes na TV, em meados dos anos 1990, o desenho Fly: O Pequeno Guerreiro se tornou um sucesso tanto por causa das semelhanças com Dragon Ball quanto pelo próprio tom aventuresco que a trama apresentava — além da música que grudava na cabeça. O que pouca gente sabia na época é que a animação era a adaptação de uma das séries mais icônicas dos games.

Fly foi o nome dado aqui no Ocidente para o anime de Dragon Quest, uma das maiores franquias de RPG de todo o mundo. E a animação deu tão certo que o próprio Dai (o nome original do personagem) se tornou tão grande quanto o jogo que lhe deu origem a ponto que a Square Enix criar um game apenas para aquela história.

De quebra, o anime também ganhou um reboot recente que reconta a história do clássico, além de modernizar algumas questões — mas sem a musiquinha.

Dragon Quest: As Aventuras de Dai está disponível na HBO Max e no Crunchyroll.

1. Castlevania

De todos os jogos que a Netflix transformou em anime, nenhum foi tão bem-sucedido quanto Castlevania. E não apenas pelo fato de o game ser um dos mais tradicionais e amados de todos os tempos, mas porque o trabalho do streaming em recriar o universo gótico foi muito bem feito e atento a todos os detalhes, do jeito que os fãs gostam.

A trama é centrada na guerra que a família de caçadores de vampiros Belmont trava com Drácula. Só que essa rivalidade vai muito além de ser só uma tentativa de livrar o mundo do mal personificado no lorde das trevas e passa por tretas familiares e traumas do passado que reverberam por gerações.

Castlevania está disponível na Netflix.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: