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10 grandes jogadores que nunca ganharam a Eurocopa

·5 minuto de leitura

O continente europeu, por ser o berço do futebol, obviamente também é um grande celeiro de craques. Sendo o esporte bretão a modalidade mais aclamada pelos povos do velho mundo, é mais do que intuitivo que um dos sonhos dos jogadores nascidos por lá seja disputar e conquistar o torneio de seleções mais importante do continente. Entretanto, alguns grandes craques ainda não conseguiram levantar esta taça tão cobiçada, fazendo com que nós montássemos a lista dos 10 grandes jogadores europeus que nunca ganharam a Eurocopa.

1. Zlatan Ibrahimovic (Suécia)

Ibrahimovic em ação pela seleção sueca | Michael Campanella/Getty Images
Ibrahimovic em ação pela seleção sueca | Michael Campanella/Getty Images

O já veterano atacante sueco é um dos grandes craques que ainda não ganharam nada pela própria seleção. Seu primeiro grande torneio, a nível internacional, foi a Eurocopa 2004, onde ajudou a eliminar a poderosa Itália. Após boas apresentações naquela edição, foi contratado pela Juventus.

2. Eusébio (Portugal)

Eusébio foi o primeiro grande craque da seleção portuguesa | Keystone/Getty Images
Eusébio foi o primeiro grande craque da seleção portuguesa | Keystone/Getty Images

Antes de Cristiano Ronaldo, o grande craque português era Eusébio. Um atacante excepcional que, nos anos 60, levou o Benfica a ser uma das equipes mais poderosas do Mundo, com direito a conquista de duas Champions League. Ele também levou a seleção portuguesa ao terceiro lugar na Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra. Entretanto, na Eurocopa não teve a mesma sorte, pois nunca conseguiu se classificar com os portugueses.

3. Gianluigi Buffon (Itália)

Buffon em treino da seleção italiana | Claudio Villa/Getty Images
Buffon em treino da seleção italiana | Claudio Villa/Getty Images

Os dois grandes troféus que Gianluigi Buffon nunca ganhou são de torneios continentais, por clube e por seleção. Já disputou por quatro vezes a Euro, mas em todas estas, a Itália não conseguiu igualar o feito de 1968. O mais próximo que ficou de conquistar o bicampeonato para Itália, e o seu primeiro título europeu como goleiro, foi em 2012, quando perdeu na final para a Espanha de Xavi, Iniesta e companhia.

4. Bob Charlton (Inglaterra)

Bobby Charlton em ação pela seleção inglesa | Fox Photos/Getty Images
Bobby Charlton em ação pela seleção inglesa | Fox Photos/Getty Images

Melhor jogador de futebol da história da Inglaterra, Charlton jogou 106 jogos e marcou 49 gols, ultrapassado apenas por Wayne Rooney no número de bolas na rede. Seu título mais importante foi a Copa do Mundo 1966, a única da história da Inglaterra e especial por ter sido vencido em casa. Ele também disputou somente a Eurocopa de 1968, quando a seleção da terra da rainha ficou apenas em 3º lugar.

5. Ferenc Puskás (Hungria)

O grande craque mundial Ferenc Puskas | STAFF/Getty Images
O grande craque mundial Ferenc Puskas | STAFF/Getty Images

A seleção húngara foi uma das grandes potências futebolísticas nos anos 1950. Liderada por jogadores como Puskas, Kocsis ou Czibor, chegou a disputar a final da Copa do Mundo de 1954, quando perdeu para a Alemanha. Puskás é justamente um daqueles gênios do futebol que ao longo de sua carreira nunca conseguiu vencer o campeonato continental com seu país. No final, ele acabaria se naturalizando espanhol, mas não estava no time na edição em que fúria venceu, no ano de 1964.

6. Johan Cruyff (Holanda)

Johan Cruyff controlando a bola com maestria | STAFF/Getty Images
Johan Cruyff controlando a bola com maestria | STAFF/Getty Images

Por Ajax e Barcelona, ​​Johann Cruyff ganhou absolutamente tudo. No entanto, seu grande tabu era vencer pela sua seleção. Além de ter ficado no 'quase' nas Copas do Mundo de 1974 e 1978 , também bateu na trave em relação a conquista do título europeu. Pela Laranja Mecânica, chegou à semifinal de 1976, mas se viu eliminado pela Tchecoslováquia.

7. Antoine Griezmann (França)

Griezmann atuando pela seleção francesa | Aurelien Meunier/Getty Images
Griezmann atuando pela seleção francesa | Aurelien Meunier/Getty Images

A seleção francesa era a grande favorita na última edição da Eurocopa. Jogando em casa, Griezmann, grande estrela do Atlético de Madrid à época, era a grande referência técnica da equipe nacional. No entanto, os Bleus foram surpreendidos na final por Portugal, que conquistou o título graças ao gol de Eder na prorrogação. Antoine também esteve na edição de 2012, mas também não teve sorte. Agora, o atual jogador do Barcelona tem tudo para levantar a taça pela primeira vez.

8. Di Stéfano (Espanha)

O argentino, naturalizado espanhol, Alfredo Di Stefano. | Douglas Miller/Getty Images
O argentino, naturalizado espanhol, Alfredo Di Stefano. | Douglas Miller/Getty Images

O maior gênio da história do futebol da Espanha. Apesar de ser argentino de nascimento, naturalizou-se espanhol e disputou vários jogos pela Fúria. No entanto, por razões extracampo, não jogou a Eurocopa de 1960 e nem a de 1964: a primeira por problemas de documentação e a segunda por não ter sido convocado.

9. Luka Modric (Croácia)

Modric em campo na Eurocopa 2021 | Laurence Griffiths/Getty Images
Modric em campo na Eurocopa 2021 | Laurence Griffiths/Getty Images

Modric é o melhor jogador da história da seleção croata.133 partidas disputadas e uma bola de ouro marcam sua carreira. Ele estreou pela seleção na Copa do Mundo de 2006 na Alemanha, mas suas grandes atuações foram na Eurocopa de 2008, sendo descoberto pelo mundo do futebol. Por conta do bom desempenho, foi contratado pelo Tottenham e depois foi ao Real Madrid. No entanto, ele nunca conseguiu vencer o torneio continental pela Croácia e vai em busca do título inédito nesta que é a sua 4ª tentativa.

10. Michael Ballack (Alemanha)

Ballack em campo pela seleção alemã | Simon M Bruty/Getty Images
Ballack em campo pela seleção alemã | Simon M Bruty/Getty Images

Apesar de ser, indiscutivelmente, o melhor jogador alemão da primeira década do novo milênio, ele perdeu um grande número de finais. Em 2002, o craque perdeu a Liga dos Campeões, a Copa do Mundo e a Bundesliga. Em 2008, ele perdeu novamente a Liga dos Campeões, desta vez com a camisa do Chelsea, a Premier League e também a Eurocopa.

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