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10 ações que você costuma fazer e são perigosas para sua segurança digital

·3 minuto de leitura

Existem muitas ameaças no ambiente online. Além disso, a conduta de quem frequenta esse espaço pode ser pouco cuidadosa em vários momentos. É preciso, então, estar atento para não ser vítima de crimes cibernéticos. Veja, a seguir, 10 ações potencialmente perigosas.

1 – Não questionar a confiabilidade de sites

Navegar na web requer cuidado: mais de 5 mil sites comprometidos são detectados diariamente. Quem não questiona a legitimidade de páginas pode ser vítima de cibercriminosos. Lembre-se de não clicar em anúncios incomuns e links recebidos por e-mail ou mensagem de texto de desconhecidos.

Imagem: Divulgação/Kaspersky
Imagem: Divulgação/Kaspersky

2 – Não ler os termos de uso das plataformas

É comum, ao se inscrever em um serviço, receber a lista de políticas de uso. Mesmo assim, são poucos os que a leem com cuidado. Em geral, é ali que as empresas incluem informações sobre, por exemplo, o tratamento da privacidade e outros aspectos online.

3 – Não conhecer todos os contatos digitais

É mais seguro ter apenas amigos que conhece pessoalmente nas redes sociais. Aceitar solicitações de amizade de quem não conhece pode facilitar a entrada de malware ou de ladrões de identidade em seu ambiente.

4 – Ser muito ingênuo com dados importantes

Divulgar informações importantes à rede de contatos estendida pode ser perigoso. Dados pessoais, como nome, a escola onde estudou ou a história da família, podem servir para responder às perguntas de segurança de senhas. Vale, então, ajustar os controles de privacidade das redes sociais para limitar quem pode ver essas informações.

Imagem: Reprodução/Envato/GeorgeRudy
Imagem: Reprodução/Envato/GeorgeRudy

5 – Usar uma única senha para diferentes serviços

Se essa combinação for exposta, criminosos podem usá-la para ter acesso a diversas contas em plataformas distintas. Quando se opta por várias senhas, evita-se que isso ocorra. Além disso, é importante criar códigos fortes e seguros para evitar que sejam obtidos facilmente.

6 – Comprar em lojas pouco confiáveis

Ofertas online muito tentadoras podem ser uma armadilha. Se a pechincha estiver em um site desconhecido tem grande chance de ser uma cilada de golpistas. Para se proteger, prefira sites conhecidos, verifique se as páginas têm cadeado na URL e evite clicar em endereços recebidos por e-mail, SMS ou WhatsApp.

7 – Supor que o site do banco sempre é 100% seguro

A maioria dos bancos digitais mais populares é segura e passa precisam obedecer a rígidas regras do Banco Central para funcionar. Além disso, as instituições financeiras com apps costumam aprimorar constantemente suas defesas. Contudo, não existe nada que seja 100% seguro na web.

Escrever a URL do site do banco com pressa pode levar a uma página falsa (criada por cibercriminosos para imitar endereços verdadeiros), em que o cliente tenha dados ou dinheiro roubados. É preciso ficar atento para identificar tentativas de phishing e evitá-las.

8 – Usar redes Wi-Fi públicas para compras e operações bancárias

Conexões públicas de Wi-Fi podem ser usadas por golpistas para enganar os usuários. Nesse ambiente, desconfie de links e use uma rede virtual privada (VPN) para criptografar dados importantes. Se estiver em um dispositivo móvel, use a rede da operadora para fazer transações importantes.

Imagem: Reprodução/Envato/twenty20photos
Imagem: Reprodução/Envato/twenty20photos

9 – Desbloquear dispositivos móveis à força

O desbloqueio por jailbreak (ou à força) ajudam a habilitar produtos e recursos de forma extraoficial. Mas essa atividade também remove proteções e deixa o equipamento vulnerável a malwares. Para manter a segurança, evite esse método, bem como o acesso a sites de download duvidosos relacionados ao assunto e os demais perigos online que vêm com eles.

10 – Não saber o que seus filhos fazem na internet

Quem tem filhos deve conhecer os sites e as redes sociais que eles frequentam. É fundamental instruí-los sobre como usar corretamente a internet, bem como orientá-los a ficar longe de bullying virtual e outras práticas que comprometem a segurança online.

Fonte: Canaltech

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