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1,6 milhão deixam isolamento entre 2ª e 3ª semana de setembro

DIEGO GARCIA
·3 minutos de leitura

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Cerca de 1,6 milhão de pessoas deixaram o isolamento rigoroso em meio à pandemia da Covid-19 entre a segunda e terceira semanas de setembro, segundo pesquisa do IBGE divulgada nesta sexta (9). Desde o fim de agosto, esse contingente foi reduzido em aproximadamente 5,1 milhões, reflexo da flexibilização das medidas restritivas pelo país. Atualmente, 33,7 milhões de brasileiros dizem estar rigorosamente isolados. Para comparação, na semana encerrada em 25 de julho, 48,5 milhões se enquadravam nessa categoria. O número de pessoas que afirma só sair de casa por necessidades básicas também caiu, de 85,6 milhões para 84,3 milhões. Na outra ponta, aumentou a quantidade de brasileiros que dizem não adotar nenhuma medida de restrição, de 5 milhões no fim de agosto para 6,4 milhões na terceira semana de setembro. Já o grupo daqueles que reduziram o contato com outras pessoas, mas continuaram saindo ou recebendo visitas aumentou 2,4 milhões na terceira semana de setembro. Segundo o IBGE, é a primeira vez desde junho, quando o assunto passou a ser abordado na Pnad Covid, que esse contingente passou a ser o maior, agora com 85,7 milhões, ou 40,5% da população. A redução do isolamento rigoroso e o aumento de pessoas que declaram não adotar nenhuma restrição de circulação acontece em um cenário de reabertura do comércio e serviços. Nesta quinta (8), O IBGE divulgou que as vendas no varejo alcançaram um volume recorde em agosto. A coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Vieira, disse que a flexibilização do isolamento social é uma tendência. "Toda semana tem cada vez menos pessoas que ficam rigorosamente isoladas dentro de casa e elas passam para uma medida um pouco menos restritiva, que é sair para resolver algumas coisas", afirmou. O relaxamento nas medidas de controle também pressiona o mercado de trabalho, já que mais pessoas voltam a procurar emprego ou a trabalhar. De acordo com a coordenadora da pesquisa, a pandemia vem deixando de ser o principal motivo para as pessoas não buscarem ocupação. Os números da Pnad Covid mostram que, na terceira semana de setembro, diminuiu em 859 mil pessoas a população que não estava ocupada e culpava a pandemia por não procurar emprego ou a falta de oportunidade na localidade onde reside. Agora, esse total está em 15,4 milhões de brasileiros. A população ocupada continuou estatisticamente estável em 83,7 milhões, contra 82,6 milhões na semana anterior. Os desocupados totalizaram 13,3 milhões, com a taxa de desemprego ficando em 13,7%. De acordo com o IBGE, aumentou pela primeira vez o nível da ocupação no período, chegando a 49,1%, superando os 48,4% da semana anterior. "Há uma tendência de crescimento. O mercado de trabalho já parece mostrar as primeiras reações de recuperação", disse a coordenadora da pesquisa. A maior parte dos indicadores de mercado de trabalho ficaram estáveis na terceira semana de setembro. Cerca de 2,8 milhões (3,4% da população ocupada) estavam afastados do trabalho devido ao distanciamento social, contra 3 milhões (3,7%) na semana anterior. Na primeira semana de maio, eram 16,6 milhões (19,8%). A população fora da força de trabalho, ou seja, que não estava trabalhando nem procurava por trabalho, ficou em 73,6 milhões. Na semana anterior, eram 74,6 milhões. Desses, 25,6 milhões de pessoas gostariam de trabalhar. Na semana anterior, eram 26 milhões. Ambas as comparações são consideradas estáveis pelo IBGE.