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1.500 trabalhadores da Volkswagen terão lay-off em São Bernardo do Campo, diz sindicato

·2 min de leitura
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 17.09.2020 - Fábrica da Volkswagen, em São Paulo. (Foto: Zanone Fraissat/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 17.09.2020 - Fábrica da Volkswagen, em São Paulo. (Foto: Zanone Fraissat/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A fábrica de São Bernardo do Campo (ABC) da Volkswagen irá aderir ao lay-off (suspensão temporária dos contratos de trabalho) em novembro. A medida afeta 1.500 trabalhadores da linha de produção, que irá operar em apenas um turno. As informações são do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.

Segundo a entidade, a decisão foi justificada pela falta de peças, problema que afeta o setor automotivo desde o fim de 2020. O principal gargalo é a falta de componentes elétricos, como os chips utilizados em partes eletrônicas dos automóveis, cuja reposição foi afetada pela pandemia de Covid-19.

Tanto que a Anfavea (associação das montadoras) revisou, neste mês, as previsões de produção para 2021. Se houver uma regularização do fornecimento de peças, a projeção é de alta de 10% em comparação a 2020. Porém, se o cenário não for normalizado, o crescimento deve ser de apenas 6% ante o ano passado.

Na fábrica de Taubaté (130 km de SP), a produção da montadora está parada desde o início do mês. Lá, os trabalhadores estão em férias coletivas, com previsão de retorno em 7 de novembro.

"Mais uma vez vamos atravessar um momento muito delicado por falta de componentes eletrônicos no setor automotivo. Sabemos que não é só essa peça que está faltando no setor. A fábrica já anunciou que a partir de novembro vai atuar em um único turno", disse o coordenador do CSE (Comitê Sindical) na Volkswagen, José Nogueira da Silva, o Bigode, em vídeo destinado aos trabalhadores da unidade.

O sindicalista observou, ainda, que a unidade já tem outros 450 funcionários com o contrato de trabalho suspenso. "Precisamos ter habilidade para atravessar esse momento. Vamos acompanhar passo a passo esse futuro que ainda é incerto e contamos com a compreensão de cada um de vocês", finaliza Bigode.

Procurada pela reportagem, a Volkswagen do Brasil não confirmou a informação.

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