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1,3 milhão de empresas fecharam na 1ª quinzena de junho, aponta IBGE

·2 minuto de leitura

Dessas, 39,4% pararam as atividades em razão do avanço da pandemia; no total, 7 de 10 empresas tiveram queda de vendas Nos primeiros quinze dias de junho, 1,3 milhão de empresas fecharam as portas no Brasil de forma temporária ou definitiva, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Desse total, 522,7 mil empresas pararam as atividades por conta de avanço da pandemia de covid-19 no país (39,4%) e 716,4 mil encerraram as portas em definitivo. Os dados, divulgados nesta quinta-feira, são da primeira edição da pesquisa Pulso Empresa, que mede o impacto da covid-19 no setor empresarial. Entre as que encerraram definitivamente suas atividades, independente de motivo, as de menor porte (715,1 mil ou 99,8%) foram as mais atingidas, enquanto 0,2% (1,2 mil) eram intermediárias e nenhuma era de grande porte. Já no detalhamento por setores, o IBGE explicou que Serviços (46,7% ou 334,3 mil) teve a maior proporção de empresas encerradas em definitivo, seguido por Comércio (36,5% ou 261,6 mil), Construção (9,6% ou 68,7 mil) e Indústria (7,2% ou 51,7 mil). Quase 7 de dez empresários que resistem à crise dizem não ter ajuda do governo IBGE: 948,8 mil empresas cortaram pessoal na pandemia No conjunto das empresas que pararam temporariamente as atividades, 258,5 mil - 49,5% das atingidas pela pandemia - pertenciam ao setor de Serviços. Na outra metade, 192 mil (36,7%) eram do Comércio, 38,4 mil (7,4%) da Construção e 33,7 mil (6,4%) da Indústria. Tombo nas vendas em 7 de 10 empresas Sete a cada dez empresas sentiram queda nas vendas na primeira quinzena de junho, ante março, informou o IBGE. Segundo a pesquisa, o recuo nas vendas relacionadas aos efeitos da pandemia de covid-19 foi sentido por 70,9% das empresas de pequeno porte nos primeiros 15 dias de junho. Essa parcela foi de 62,9% entre negócios de porte intermediário e 58,7% entre empresas de grande porte. Para os setores, o recuo nas vendas foi sinalizado por 73,1% das empresas de construção, 71,9% de serviços, 70,8% de comércio e 65,3% da indústria. Em relação à produção, 63,0% de todas as empresas tiveram dificuldade de fabricação ou atendimento a clientes na 1ª quinzena de junho. Por essa razão, cerca de 32,9% das organizações alteraram o método de entrega de seus produtos ou serviços, aderindo, por exemplo, a serviços online. Cerca de 20,1% também lançaram ou passaram a comercializar novos produtos ou serviços desde o início da crise sanitária. Por fim, o IBGE informou que 1,2 milhão (44,5%) das empresas em funcionamento adiaram o pagamento de impostos desde o início de março. Cerca de 347,7 mil (12,7%) empresas conseguiram crédito emergencial para pagamento da folha salarial desde então.

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